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Palestrantes

Palestrantes Especiais Convidados

Keynote Speaker

PETERSO RISSATTI

Petê Rissatti nasceu em 1979, em São Paulo, Brasil. É tradutor editorial, bacharel em Letras com Habilitação em Tradução Inglês-Português (UNIBERO) e especialista em Tradução Alemão-Português (USP). Traduziu diversos títulos de ficção e não ficção, entre os quais obras de Stefan Zweig, Hans Fallada, Judith Schalansky, Timur Vermes, Michael Kumpfmüller, George R. R. Martin, John Scalzi, Veronica Roth, Brandon Sanderson e Peter V. Brett para diversas editoras brasileiras. É editor-chefe da Metáfrase, a revista da ABRATES. Ministra palestras em eventos e congressos profissionais no Brasil e no exterior, além de  cursos e oficinas de tradução literária e escrita. É autor do romance distópico Réquiem: sonhos proibidos (Terracota), traduzido ao alemão (Requiem: Verbotene Träume) por Vladimir Golombek e lançado na plataforma de autopublicação da Amazon.

O Método Starbucks aplicado ao Mundo da Tradução

Qual foi a grande sacada da Starbucks? A rede internacional de cafeterias se deu conta de que uma excelente experiência era o que ditava as regras do nosso novo mundo. E é isso que todos que contratam um serviço ou compram um produto esperam hoje em dia, seja sua mãe que vai todos os dias na mesma padaria comprar pão ou a diretora de comunicação de uma multinacional que sempre contrata a mesma freelancer.

Nós tradutores também precisamos nos dar conta que precisamos entregar muito mais que uma boa tradução. Não importa se você lida com clientes finais ou com agências, no fim das contas uma pessoa é quem vai te contratar e ela espera uma excelente experiência como resultado.

 

A Starbucks criou uma fórmula mágica que combina atendimento excelente e personalizado com um produto padronizado e de alta qualidade. E é realmente uma fórmula, ou seja, pode ser usada em qualquer área, inclusive na tradução. Isso posto, nessa palestra pretendo falar sobre como aprimorar a experiência do cliente que contrata seus serviços de tradução para não só fidelizá-lo, como também fazer com que ele se torne um promotor do seu trabalho.

  • ALINE TOMASUOLO SOUZA

Audiodescrição: traduzindo imagens em palavras

Muitos tradutores e intérpretes estão começando a trabalhar coma audiodescrição (AD), uma nova ferramenta de acessibilidade. Se você tem interesse na área, o primeiro passo é entender o que é a AD. É contar em palavras as imagens relevantes ao entendimento de um objeto visual. A audiodescrição, entendida por muitos pesquisadores como uma modalidade de tradução intersemiótica, ajuda as pessoas com deficiência visual a usufruir mais plenamente do conteúdo apresentado na TV, cinema, teatro, museus, espetáculos esportivos e até nos materiais didáticos. Existem basicamente três tipos de atuação na AD: roteirista, consultor e locutor. O roteirista faz o texto que o locutor irá ler ou gravar, e o consultor (uma pessoa com deficiência visual e treinamento em AD), ajuda a tornar o texto mais claro, conciso e relevante. O audiodescritor, seja qual for o papel que vá desempenhar, precisa estudar muito, se aperfeiçoar constantemente. A AD é uma ferramenta de acessibilidade que vem sendo cada vez mais requisitada. Já pensou em atuar nessa área? Convido você a saber mais sobre o assunto nesta comunicação.

  • ANA JULIA PERROTTI GARCIA

Localizando jogos para dublagem: quando a liberdade é o maior desafio

Carlos Abelheira localizou o jogo South Park: A Fenda Que Abunda a Força para português. Como o tradutor deve se adaptar à linguagem libertária do jogo? Como se dá a preparação? Quais desafios são impostos ao profissional com relação à dublagem? Nesta palestra, iremos abordar as técnicas de tradução para a dublagem e de localização de uma linguagem tão libertária como a de vários jogos, compartilhar a alegria de um fã que realizou um sonho e demonstrar como me tornei localizador de jogos.

  • CARLOS ALBERTO ABELHEIRA DA SILVA

O tradutor nômade - dicas e ferramentas úteis para quem deseja trabalhar enquanto viaja

Como nômade digital, o tradutor pode e deve aproveitar a oportunidade de poder trabalhar em qualquer lugar a qualquer momento. O intuito desta palestra é compartilhar a minha experiência como tradutora que une duas paixões: a profissão e a vontade de viajar. Pretendo oferecer dicas de planejamento e ferramentas que nos auxiliam nesse processo, como os apps WiFox (para senhas de wifi em aeroportos) e WHA (para encontrar lugares tranquilos para trabalhar). Sobretudo, pretendo compartilhar a minha experiência em três momentos cruciais do meu trabalho remoto: um ano semissabático (acompanhado de uma viagem de carro pelos EUA de quase um mês), uma viagem ao Japão e uma viagem a Cuba. A ideia é comentar o que deu certo, quais foram os desafios e o que eu poderia ter feito diferente. 

  • CARMEN REIS

Interpretação remota, a cabine do futuro

O medo da revolução das máquinas e da substituição do tradutor profissional já é fato bem conhecido no setor tradutório. Com as inovações em reconhecimento de fala e os fones inteligentes que traduzem em tempo real, esse mesmo receio vem sorrateiramente ganhando espaço entre os intérpretes de conferência. O número crescente de plataformas para interpretação remota suscita uma pergunta: há motivos para entrar em pânico?

A possibilidade de interpretar um evento de dentro do seu escritório em casa já é uma realidade para muitos intérpretes fora do Brasil, e o mercado nacional está começando a abrir as portas para essa prática de trabalho e também de estudo.

 

Esta sessão traçará um panorama sobre a interpretação remota como uma das modalidades de atuação do intérprete profissional. E, como na prática, a teoria é sempre outra, a palestrante será interpretada simultânea e remotamente por alunos do curso de formação de intérpretes da Interpret2B.

  • CAROLINA CARDOSO WALLITER

Nem só de tradução vive o tradutor: acabando com o endeusamento do trabalho em excesso

O que mais vemos nas redes sociais é o endeusamento do trabalho em excesso. Os profissionais se gabam de trabalhar a noite toda e o fim de semana todo, de não ter férias há anos, de não dormir para ficar traduzindo. Isso não é bonito, não é motivo de orgulho e não é saudável. Você pode até aguentar no curto prazo ou vez ou outra, mas, no longo prazo, pode ter consequências irreversíveis.

Chegou a hora de virar o jogo! Devemos começar a praticar e divulgar hábitos saudáveis e um estilo de vida equilibrado. Afinal de contas, um dos motivos de muitos de nós termos escolhido ser freelancers é a liberdade. No entanto, infelizmente, muitos de nós acabamos usando essa liberdade para trabalhar ainda mais.

 

Nesta palestra, veremos como é possível seguir um horário de trabalho de acordo com seu estilo de vida, deixando tempo também para dormir, relaxar, exercitar-se, divertir-se, enfim, para viver a vida que há fora do escritório. O objetivo não é trabalhar mais tempo, mas ser mais produtivo em menos tempo, não afetando suas finanças e conquistando uma vida saudável.

  • CAROLINE ALBERONI

Quando a tradução de culinária vira uma salada russa

Com o avanço de tecnologia tanto em comunicação quanto na disponibilidade de alimentos regionais, os \'gourmands\' veteranos e entusiastas contam com a culinária internacional na ponta dos dedos e na cesta dos mercados. Esta apresentação trata de casos da vida real na tradução de receitas, ingredientes e cardápios. Enfocaremos nas variações de dialetos nos países lusófonos. Os participantes poderão montar um glossário com terminologia mais desafiadora.

  • CLARISSA SUREK-CLARK

Traduzindo o arco-íris

A tradução de livros LGBT é um nicho que cresce a cada dia. Como traduzir sem usar termos pejorativos? O desafio de pesquisar palavras e consultar membros da comunidade. Gírias. Leitor sensível: censura ou sensibilidade?

  • CLÁUDIA MELLO BELHASSOF
  • Regiane Winarski

\"O Método Harvard de Negociação para Tradutores e Intérpretes”

Através da palestra “O Método Harvard de Negociação para Tradutores e Intérpretes”, Claudio Pereira conduz os participantes a refletir sobre os tipos de negociação, ao compartilhar o conhecimento adquirido em 20 anos de experiência profissional como negociador de renomadas empresas de grande porte do mercado nacional e internacional. Ao apresentar o Método Harvard, Claudio aborda técnicas inovadoras,  vantagens, conceitos, pesquisas, histórias inspiradoras e ferramentas que podem solucionar alguns problemas comuns encontrados por tradutores e intérpretes em suas negociações com clientes e fornecedores.

 

Os exemplos práticos e cases de sucesso, embasados por pensamentos de grandes personalidades da área,  comprovam que investir em conhecimento traz sempre grandes resultados.

 

Objetivo: Levar o público a compreender a importância das técnicas de negociação em suas carreiras, e motivar a prática dos conceitos apresentados.

Público Alvo: Tradutores, Intérpretes, estudantes e Profissionais que tenham demandas de negociação em suas funções.

 

 Esta palestra foi apresentada com sucesso para o público de tradutores e intérpretes duas vezes durante os encontros “Barcamp”do Rio de Janeiro em 2017.

  • CLAUDIO ROBERTO GOMES PEREIRA

Produtividade: dicas para tratamento de arquivos do MSOffice e PDF

Atualmente, não basta ser um bom tradutor. Como professional de idiomas freelancer, você se vê constantemente às voltas com tarefas à parte da tradução que tomam mais tempo ou mais energia do que o necessário ou desejado.

Quer seja executar pequenas tarefas para facilitar sua vida e, até mesmo, tornar um trabalho possível, conhecer alguns truques ou dicas pode representar um ganho de tempo considerável.

No dia a dia, sempre trocamos ideias com colegas, tentando resolver pequenos impasses na execução de um trabalho. Com base nessa troca, vamos apresentar alguns pontos recorrentes que podem ser barreiras ao trabalho ou tiram nosso foco do trabalho essencial – a tradução.

Assim, nossa proposta é apresentar dicas úteis para tratamento de arquivos do MSOffice e de PDFs para aumentar a produtividade com a automação de tarefas repetitivas usando caracteres curingas e plug-ins, limpar e otimizar arquivos no MSOffice e conversão de PDFs usando ferramentas disponíveis no mercado*.

 

*A apresentação não tem o intuito de ensinar nenhuma ferramenta. Pressupõe-se conhecimento computacional intermediário a avançado.

  • CRISTIANE TRIBST
  • Ana Luiza Iaria

O papel dos TILS em filmes tematicos sobre a surdez

A pesquisa em fase inicial tem como objetivo, investigar as relações entre os filmes temáticos sobre a surdez e a constituição profissional do Tradutor/Intérprete de Língua de Sinais (TILS) ao longo do tempo. Como a estética do cinema aborda esse profissional? Estes filmes retratam as mudanças ocorridas no perfil destes intérpretes? Baseando-se em estudos teóricos da Tradução e da Interpretação, na mudança para a interpretação profissional, os TILS espelharam-se na trajetória profissional dos intérpretes de línguas orais. Apoiada em uma coleta de dados sobre estes filmes, a investigação levará em consideração a época histórica que o filme retrata, a época histórica em que foi produzido, o país em que foi realizado, com base em classificações traçadas por Cynthia Roy (2002), que revela as conquistas profissionais dos TILS ao longo do tempo. Inicialmente considerados como ajudantes (modelo assistencialista) e, em seguida, como condutos (modelo mecanicista), esses profissionais passaram a ser encarados como facilitadores da comunicação e consultores bilíngues biculturais. O estudo pretende perceber as representações que a cinematografia faz do intérprete de língua de sinais, levando em conta as mudanças socioculturais percebidas nas comunidades surdas, nos movimentos de inclusão social e na formação destes ao longo do tempo.

  • DANIEL MONTEIRO PEREIRA

Intersemiótica: desestruturando Cidades de Papel.

O filme Cidades de Papel  foi baseado no livro com o título homônimo de John Green. Uma obra traduzida para dublagem e legendagem. Produzimos um sentido ao usarmos uma linguagem e existe uma dinâmica transformadora das informações. O que transpomos de um sistema para o outro é o significado do signo. As versões fílmicas de livros fazem parte de uma série infindável de representações. Na tradução intersemiótica do livro para o filme, já existe uma representação de outra representação.

Para tentar ser fiel ao significado original, o tradutor segue um processo de significação entre diferentes sistemas de signos, e para isso é preciso conhecer o contexto, neste caso, do livro, para tentar alcançar o mesmo significado no filme.

 

Para fazer a tradução, a exigência era ler o livro e seguir sua tradução. Obviamente, tratando-se de três formas diferentes de tradução, há o que se pensar antes de traduzir. As estratégias são as mesmas na dublagem e legendagem? É possível manter a fidelidade do livro? O que dizer das diferenças entre imagem e escrita, como dois sistemas semióticos? Meu objetivo é mostrar os momentos conflitantes e as decisões tomadas em cada tradução, com base nos recursos a mim oferecidos. 

  • DILMA MACHADO

Traduzindo o piloto do primeiro filme da Disney com legendas em língua brasileira de sinais - questões acadêmicas e práticas

A pesquisa apresenta uma análise técnica da experiência de traduzir o primeiro piloto de um filme da Disney para a língua brasileira de sinais, realizada em São Francisco - Califórnia, em 2017.  Para a realização do trabalho os autores realizaram um exaustivo trabalho acadêmico de levantamento de pesquisa em traduções do gênero e desenvolveram um guia técnico que busca orientar esse tipo de atuação. As normativas desenvolvidas foram aplicadas no curta metragem CRISÁLIDA, produzido pela RAÇA LIVRE produções e lançado nos festivais brasileiros em Junho de 2017.

  • EDGAR CORREA VERAS
  • Jessica Moseley

Desafios da acessibilidade audiovisual no cinema: PT-Libras

Os palestrantes têm dois objetivos principais, sendo o primeiro comentar as exigências legais que exibidores devem cumprir na acessibilização de suas salas de cinema, assim como distribuidoras, por sua vez, devem cumprir com suas obras, fornecendo três modalidades de tradução audiovisual assistiva: LSE - Legenda para surdos e ensurdecidos, Audiodescrição e janela de Libras - Língua brasileira de Sinais. Para isso, farão uma breve abordagem sobre a LBI - Lei Brasileira de inclusão, Instruções normativas da ANCINE, e normas técnicas da ABNT, tecendo breves comparações com o estado da acessibilidade audiovisual em outros países.

Num segundo momento, os autores apresentarão aspectos práticos da confeção da janela de Libras, expondo os principais desafios tradutórios de alguns dos longa-metragens em que trabalharam juntos, como Bingo: O Rei das Manhãs, Um Perfil para Dois, Divórcio e  Amityville: O Despertar, discutindo questões de elementos da linguagem cinematográfica, como a música (não) diegética, por exemplo; questões narrativas, criação de sinais, consultoria, critérios de padronização e a experiência do espectador.

  • JOÃO ARTUR DA SILVA SOUZA
  • Paloma Bueno Fernandes

O papel dos tradutores durante o processo de imigração no Brasil na Ilha das Flores: inclusão social pela palavra

 

Ainda servia na Marinha do Brasil, quando entrei em contato com um projeto de Imigração para o Brasil, onde os estrangeiros foram recebidos por funcionários da hospedaria de imigrantes da Ilha das Flores, no litoral de São Gonçalo, em plena Capital do Império e depois da República Federativa do Brasil. Além dos servidores dos ministérios da agricultura, saúde, educação e trabalho, havia um personagem fundamental, que atuava desde os momentos iniciais de recepção dos botes de imigrantes que chegavam aos montes no cais principal da ilha: o tradutor. Vários tradutores ali trabalharam e o último deles, um grego, era capaz de se comunicar em oito idiomas. Esta palestra foi apresentada no 1º Encontro de Tradutores e Intérpretes, no Museu da Imigração da Ilha das Flores, em 22 de março deste ano, e será repetida no 2º Encontro, a ser realizado em 1º de março de 2018. O desejo de inscrever esta palestra neste Congresso da ABRATES visa fomentar o debate entre  os profissonais da tradução sobre o atual momento da imigração no Brasil, com a inclusão pela palavra de estrangeiros na sociedade brasileira e traçar comparações com o momento histórico da imigração na Ilha das Flores (1883-1966).

  • JOSÉ LUIZ CORRÊA DA SILVA

Grupos de tradutores e intérpretes nas redes sociais

 Há muito que a tradução, antes tão solitária, passou a ser uma profissão extremamente social, ainda que só no mundo virtual. Todos nós – ou quase – estamos em grupos de tradutores e intérpretes nas redes sociais, principalmente no Facebook. Com uma infinidade de informações trocadas todos os dias, seja na forma de links para artigos interessantes ou nas discussões que tanto ajudam a melhorar a qualidade do nosso trabalho, por vezes é difícil acompanhar tudo.

Mas você sabe como são os grupos nos bastidores? Como é administrar grupos com milhares de participantes? Como é a demografia de cada um deles? O que gera envolvimento dos colegas?

Nesta palestra, os administradores de três dos principais grupos de tradutores e intérpretes no Brasil falarão sobre a identidade dos grupos que administram, detalhando o que os torna únicos: o modo como são administrados, estatísticas sobre os participantes, posts que geram engajamento positivo ou negativo. Além disso, trarão dicas para que você – moiteiro ou participante ativo – aproveite cada um deles ao máximo, de acordo com o seu tempo disponível.

  • KELLI SEMOLINI
  • Meg Batalha
  • Jorge Rodrigues

Audiodescrição em Cena: O processo criativo da audiodescrição no espetáculo “É proibido miar”

O recurso da audiodescrição, inicialmente pensado para pessoas com deficiência visual, hoje ganha outros públicos e diferentes possibilidades de aplicação. Com uma experiência única e pioneira no Brasil, a M.A Cia de Teatro e Assemelhados inova tirando a audiodescrição da cabine e colocando-a em cena.

O processo de criação do espetáculo “É proibido miar” levou um ano para estrear, passou por desafios artísticos e tradutórios, uma vez que trouxe como protagonistas a Libras e Audiodescrição feitas pelos próprios atores e elementos base na dramaturgia. O resultado é um espetáculo que recebe, em uma mesma sessão, todos os tipos de espectadores, deixando as diferenças e as desigualdades do sala de fora do teatro.

Desse modo, o objetivo é apresentar e discutir esse novo formato de acessibilidade cultural onde o recurso de acessibilidade deixa de ser um coadjuvante e passa a protagonista reafirmando sua presença necessária na atual sociedade, onde as políticas de inclusão crescem, mas pouco, ainda, é oferecido para quem utiliza os recursos.

 

  • KEMI OSHIRO ZARDO
  • Mimi Aragon

Quando as máquinas substituirão os tradutores e intérpretes?

O avanço tecnológico que testemunhamos em tradução e interpretação nas últimas décadas foi assombroso. As possibilidades que esse avanço nos trouxe são até pouco exploradas, ainda, por boa parte dos tradutores e intérpretes em atividade hoje. A pergunta-título desta palestra ronda as nossas mentes há algum tempo e não vai nos deixar em paz. O melhor a fazer, portanto, é refletir e debater os pontos que ela levanta, chamando atenção para o \"elefante na sala\" sobre o qual poucos tradutores e intérpretes profissionais parecem dispostos a falar.

 

Tópicos:

- Os tradutores e intérpretes profissionais acham que serão substituídos pelas máquinas?;

- Tecnologias passadas e mercado de tradução e interpretação ao longo da história;

- Tecnologias existentes e mercado atual;

            - E o Google Translator, como vai?

- Tecnologias esperadas/futuras e potencial de mercado nas próximas décadas;

- Reflexão para estimular debate sobre o título da palestra, instigando outra pergunta:

 

            - Como podemos nos preparar para não sermos surpreendidos pelo Uber das traduções e interpretações?

  • LUIZ AUGUSTO FERREIRA ARAÚJO

Novas Ferramentas de Auxílio à Tradução e sua Performance

Com o aumento do poder computacional, especialmente dos processadores gráficos e da análise de Big Data, cada vez mais opções estão disponíveis para o mercado de tradução, incluindo reconhecimento de voz, transcrição e tradução automática (MT). Nesta palestra discutiremos as novidades (incluindo Inteligência Artificial), a aplicação de ferramentas que ajudam a aumentar a produtividade, e qual é a postura desejada do profissional sob essas novas perspectivas.

  • MARCELO JOSÉ FASSINA

O Jogo Interior: Coaching e Autocoaching para intérpretes

 

A preparação do intérprete vai além de aprimorar competências linguísticas, repertório cultural e habilidades de voz e corpo. A atividade exige um controle mental e emocional que talvez não sejam suficientemente levados em consideração na formação ou mesmo na prática profissional. Entender que alta performance e perfeccionismo podem ser incompatíveis, aprender a lidar com frustrações a todo momento e a dominar o \"diabinho\" da autocrítica é um desafio constante. Usando ferramentas contemporâneas de coaching e desenvolvimento pessoal, em especial os ensinamentos de Tim Gallwey, a proposta é convidar os participantes a investigar seus próprios potenciais e desafios e como isso pode melhorar seu desempenho como intépretes.

  • MARCELO NEVES

MENOS HEAVY, MAIS LEVE – Pense no leitor alvo!

Em versões do português para o inglês, é essencial escapar do excesso de palavras do idioma de origem para produzir um texto final adequado ao leitor cuja língua nativa é o inglês. É possível que esse tipo de leitor tenha que ler milhares de palavras por dia e queira chegar nas informações com rapidez. Os floreios típicos do português podem ser grandes entraves nesse tipo de comunicação, chegando a colocar o entendimento da mensagem em xeque.

Daí a necessidade de pensar sempre no conforto do leitor.

Nesta apresentação alegre, interativa e divertida, parto da experiência adquirida num projeto de versão que durou mais de dois anos e do conhecimento que tenho do leitor para falar de soluções que se aplicam não só a versões técnicas ou de alto nível, mas a qualquer uma delas. Alguns dos tópicos abordados são:

•             Dicas para tornar o texto em inglês mais leve e objetivo, removendo os “excessos” do português.

•             Soluções alternativas para palavras, expressões e cognatos em português, que muitos tradutores solucionam com o velho inglês de sempre – evitando-se repetições desnecessárias. A participação da plateia nesses exercícios curtos e divertidos é fundamental!

 

•             A importância de pensar continuamente no leitor-alvo, lidando com a relação tradutor-cliente.

  • MARK THOMPSON

Desafios da acessibilidade audiovisual no cinema: PT-Libras

Os palestrantes têm dois objetivos principais, sendo o primeiro comentar as exigências legais que exibidores devem cumprir na acessibilização de suas salas de cinema, assim como distribuidoras, por sua vez, devem cumprir com suas obras, fornecendo três modalidades de tradução audiovisual assistiva: LSE - Legenda para surdos e ensurdecidos, Audiodescrição e janela de Libras - Língua brasileira de Sinais. Para isso, farão uma breve abordagem sobre a LBI - Lei Brasileira de inclusão, Instruções normativas da ANCINE, e normas técnicas da ABNT, tecendo breves comparações com o estado da acessibilidade audiovisual em outros países.

 

Num segundo momento, os autores apresentarão aspectos práticos da confeção da janela de Libras, expondo os principais desafios tradutórios de alguns dos longa-metragens em que trabalharam juntos, como Bingo: O Rei das Manhãs, Um Perfil para Dois, Divórcio e  Amityville: O Despertar, discutindo questões de elementos da linguagem cinematográfica, como a música (não) diegética, por exemplo, paralelismo (simultaneidade temporal), criação de sinais, consultoria, critérios de padronização e a experiência do espectador.

  • PALOMA BUENO FERNANDES DOS SANTOS
  • João Artur da Silva Souza

CAI: algumas ferramentas para extração e gestão de terminologia do intérprete

O objetivo desta palestra é apresentar algumas ferramentas, gratuitas e pagas, que podem ajudar o intérprete a extrair e gerenciar a terminologia para fins de sua preparação antes de um trabalho, isto é, ferramentas CAI (Interpretação Assistida por Computador). A preparação do intérprete envolve o estudo de materiais do evento e de outros paralelos, a seleção de termos, a sua tradução em uma ou mais línguas e a construção de glossários, que deveriam ser facilmente consultáveis antes, durante e depois do evento. Esse processo, geralmente realizado de forma manual, poderia ser facilitado e acelerado graças a alguns recursos tecnológicos. Para alcançar tal objetivo, serão apresentadas brevemente, em um primeiro momento, as diferentes necessidades terminológicas de tradutores e intérpretes e, a seguir, alguns exemplos de ferramentas gratuitas e pagas para extração e gestão de terminologia por parte do intérprete, fornecendo um panorama geral sobre cada etapa deste processo.

  • PATRIZIA CAVALLO

A tradução para dublagem de animes: desafios e particularidades

Os animes marcaram gerações de brasileiros ao desembarcarem no país com as nossas versões brasileiras. Sucessos como Os Cavaleiros do Zodíaco, Sailor Moon, e Yu Yu Hakusho são apenas alguns exemplos da boa receptividade de suas dublagens por parte do público.

Tal como em qualquer produção dublada, a tradução é uma etapa crucial e, no caso das animações japonesas, apresenta particularidades e desafios para o tradutor. A presente palestra visa expor os principais empecilhos encontrados pelos tradutores ao lidar com esse gênero através de exemplos e experiências do palestrante.

Os dois grandes objetivos da palestra são: i) apresentar o histórico de dublagem e de tradução de animes no Brasil e ii) mostrar as implicações e preocupações tradutórias para os profissionais que lidam com esse gênero.

Para alcançar o objetivo i, serão abordados alguns conceitos como o de tradução direta e indireta, seguidos de exemplos clássicos de animes exibidos aqui no Brasil, como Sailor Moon e Os Cavaleiros do Zodíaco, que tiveram suas respectivas dublagens pautadas em dublagens/traduções indiretas de outros países. Em seguida, para o alcançar o objetivo ii, serão apresentados os desafios e as particularidades da tradução desse gênero e também serão dadas recomendações aos profissionais que pretendem traduzir animes.

  • PAULO FERNANDO CAMPOS NORIEGA

ENTRE TEORIAS EPRÁTICAS: CADÊ O INTÉRPRETE DE LIBRAS?

Em buscar de superar uma longa jornada de negação da Língua dos indivíduos surdos, foi promulgada a Lei nº 10.436/2002 regulamentada pelo Decreto nº 5.626/2005, em que reconhece a legitimidade da Língua Brasileira de Sinais-Libras, reiterada pela Lei Brasileira de Inclusão que aponta comunicação como a forma de interação dos cidadãos abrangendo, dentre outras opções, as línguas, inclusive a Libras. Com a criação da Lei 12.319/2010 que regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete de Libras o campo de trabalho desses profissionais se ampliou, por corresponder a necessidade comunicativa das pessoas usuárias da Língua de Sinais.  Nesses termos, buscamos abordar a importância do profissional Tradutor-Intérprete de Libras nas instituições públicas e privadas e qual a realidade vivenciada por tais profissionais, entre teorias e práticas.

  • RAFAEL CARLOS LIMA DA SILVA
  • Thais Magalhaes Abreu
  • Luana Carvalho

O Plano de Ação para Tirar Seus Projetos do Papel

Você já quis dar o primeiro passo. Ingressar em uma carreira; escrever um livro; iniciar um canal no youtube; tirar um blog do papel; compartilhar suas experiências e por aí vai!
Seja qual for a sua meta do momento ou da vida, por muitas vezes acaba se sentido perdido no mar da sua mente ou procrastinando sufocado por tantos empecilhos.
Nessa palestra, as Fundadoras da Sociedade Brasileira de Dublagem vão te mostrar como entrar em ação e realizar suas metas podem ser mais simples do que imagina! 

  • RAYANI IMMEDIATO
  • Mabel Cezar

Tradução saindo da torneira?

 

Em seu Translation Technology Landscape Report de 2013, a Translation Automation User Society (TAUS) anunciava uma mudança de paradigma pela qual a tradução deixaria de ser um serviço caro, acessível principalmente para empresas e organizações, para se tornar um serviço essencial, uma espécie de utility. Essa visão da TAUS tem uma forte relação com seu interesse pela tradução automática, mas existem vários outros fatores que podem contribuir para nos aproximarmos cada vez mais de um cenário em que a tradução de quase tudo esteja ao alcance de quase todos. Nesta apresentação, abordaremos esses fatores e o papel do tradutor profissional em meio a essas mudanças, incluindo uma discussão sobre o Projeto Win-Win, que tem como objetivo tornar a tradução de qualidade mais acessível e ao mesmo tempo valorizar o trabalho do tradutor profissional.

  • REGINALDO FRANCISCO
  • Roney Belhassof

Português com Cara de Português

O português é uma língua belíssima e tem uma série de recursos dos quais podemos lançar mão na hora de fazer nossas traduções e interpretações.

Quais seriam esses artifícios que o bom português nos oferece? O diminutivo, por exemplo, além de ser uma gracinha, é uma parte importante da nossa língua e tem vários significados, ou será que adicionar o \"inho\" à palavra novo em \"carro novinho\" passa a mesma ideia que \"uma mulher mais velha e que curte um novinho\"?

Outro elemento importantíssimo é o superlativo, que permite enfatizar ideias sem adição ou repetição de palavras. E ainda temos o aumentativo, a abundância das nossas formas verbais etc.

Com tudo isso, será que precisamos de certos decalques?  

Aliás, quanto tempo um decalque é considerado um decalque até virar parte da língua?

Qual é o português com cara de português

Vamos conversar sobre essas questões juntos!

Salvem a data! Ops, quer dizer: anotem aí na agenda!

  • RENATO RAMALHO GERALDES
  • Marília Aranha de Freita
  • Ulisses Wehby de Carvalho

A tradução do musical Wicked (2016) no Brasil

A habilidade dos tradutores fica evidente quando pensamos na diversa gama de temas abordados em musicais. Por exemplo, o musical Rent fala sobre amor, homossexualismo, drogas e HIV. Wicked, de Gregory Maguire (1995), conta o que aconteceu na mágica terra de Oz antes da chegada de Dorothy, abordando temas como amizade, diversidade, rivalidade amorosa e relações governamentais, regados com bom humor.

O objetivo deste trabalho trata da adaptação da obra Wicked – A História não Contada das Bruxas de Oz no Brasil (2016), realizada a partir da superprodução musical da Broadway de 2003. A escolha de Wicked se deu primeiramente pelo interesse pessoal e igualmente pelo desafio que a peça apresenta, objetivando abordar questões importantes que podem, no futuro, fazer parte do nosso dia-a-dia de trabalho, considerando que a tradução pode ser um processo artístico. Em outras palavras, há textos que são ricos em temas e assuntos, repletos de aspectos sociais, históricos e políticos que permitem ao tradutor pesquisar, escolher, interpretar e colocar um pouco de sua visão pessoal.

  • ROBERTO CÉSAR FERREIRA

Interpretando Libras: o intérprete de apoio

A atividade de inclusão dos surdos na sociedade depende necessariamente de um processo tradutório, visto que a barreira que promove a exclusão dos surdos é linguística. A atuação do tradutor e intérprete de Libras, regulamentada pela Lei 12.319/2010, intensifica-se à medida em que os surdos vão conquistando diferentes espaços. Um desses espaços é a conferência, fazendo emergir o intérprete de conferência de Libras, e, junto a ele, o intérprete de apoio. Quem é o intérprete de apoio? Quais as suas funções? Como funciona a troca de informações entre o intérprete de apoio e o intérprete principal? Existe a possibilidade do intérprete de apoio atrapalhar? Faremos nessa palestra uma breve troca de experiências boas e ruins sobre o intérprete de apoio.

  • SAULO NASCIMENTO COSTA

GESTÃO DE QUALIDADE E PADRONIZAÇÃO APLICADAS À TRADUÇÃO

O objetivo desta palestra é esclarecer essas questões tão importantes para os tradutores, dada a falta de informação prevalecente entre colegas e estudantes, provavelmente porque não estão incluídas no currículo de cursos de graduação e pós-graduação.

Nos últimos anos, a gestão da qualidade ganhou proeminência revolucionando o mercado de trabalho de todas as atividades econômicas e a tradução não precisa ser a exceção.

Por isso, vou começar a minha palestra revendo os componentes do sistema de gestão da qualidade: planejamento, controle, garantia e melhoria, que serão ilustrados com recursos úteis. Continuarei com as diretrizes que regulam este sistema: os padrões de qualidade e terminologia. Finalmente, vou explicar os benefícios para esses tradutores que implementam seu próprio sistema de qualidade ou cumprem os requisitos de qualidade impostos por seus clientes.

 

Eu vou terminar meu discurso divulgando o estado atual da atuação em gerenciamento de qualidade e padronização, tanto na Argentina quanto no resto do mundo, para finalmente mostrar aos tradutores como eles podem se envolver nessas matérias. Sem dúvida, tal envolvimento será benéfico não só para o tradutor individual, mas também para toda a comunidade de tradutores para o melhor desempenho de nossa honrosa profissão.

  • SILVIA BACCO

DIFERENTES FORMATOS PARA A TRADUÇÃO AUDIOVISUAL EM LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS: Uma pesquisa de preferências.

A tradução para Língua Brasileira de Sinais (Libras) desempenha uma função essencial como recurso de acessibilidade e política de respeito para a igualdade de uma minoria linguística. Declarações, normas e leis propõem esse empoderamento, tais como o artigo 3º da Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência, da Organização das Nações Unidas (ONU), artigo 6º da Declaração Universal da Unesco sobre a Diversidade Cultural e mais, recentemente, a Lei Brasileira de Inclusão, Lei nº 13.146/15 que entrou em vigência em janeiro de 2016. Na tradução de materiais audiovisuais para esse público, é necessário pensar e viabilizar o acesso em sua língua. No entanto, é necessário se pensar nos formatos e como essa tradução será inserida no vídeo. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) na NBR 15290:2005 traz um tópico sobre o tema da tradução para Libras em meios de comunicação como a televisão, assim como no Guia para Produções Audiovisuais Acessíveis do Ministério da Cultura (MinC). A partir dessas considerações, o presente trabalho propõe investigar diferentes formatos para a tradução audiovisual em Libras e as preferências por um público surdo, iremos compartilhar os dados coletados e as conclusões de preferências para formatos diferentes da tradução audiovisual. 

  • TIAGO COIMBRA NOGUEIRA
  • Eduardo Cardoso
  • Kemi Oshiro

Mitos e verdades sobre CAT tools e tradução editorial

CAT tools só são vantagem para textos com repetição. Tecnologia é coisa de tradução técnica. Precisa escanear o livro inteiro antes de começar a traduzir. CAT tool deixa a tradução \"dura\". Esses e outros mitos serão derrubados, um a um, nesta palestra. Os participantes verão também as principais diferenças entre tradução técnica e tradução literária, além de estratégias para adaptar o uso das ferramentas para obter o resultado desejado.
  • VAL IVONICA

Tradutor e intérprete de Libras: diplomata entre surdos e ouvintes

O tradutor e intérprete de Libras transita entre duas línguas e duas culturas, migrando constantemente entre ambas com o objetivo de executar um trabalho proficiente e eficaz no entendimento da mensagem. Para tanto, é necessário fazer escolhas e adequar sentidos, transpondo-os para o povo em questão, seja surdo ou ouvinte, afim de intermediar as relações, tal como um diplomata.

  • VIVIANE GALVÃO BOTELHO

More than Words

 \"More than words

Is all you have to do to make it real\"

 

O intérprete precisa transmitir mais do que apenas palavras. Em algumas situações, existe a necessidade de se transmitir energia, emoção e muito mais. Muitas vezes, estabelecemos o contexto, que vai além do conteúdo. O contexto, atualmente, é muito valorizado nos novos treinamentos que vêm surgindo na área de desenvolvimento pessoal.

  • `BRUNO MURTINHO DE MORAES
  • Maria Paula Carvalho
  • Isabel Zapata