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Eu Sou Abrates: César Parmar

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1. Quem é você e o que você faz?

Olá! Eu sou o César, um tradutor do sul da Espanha, nas línguas italiano, português, espanhol e inglês. Gosto muito de literatura fantástica, de música (rock sobretudo) e de memes. 🙂

 

2. Como você chegou à tradução e como foi seu início?

Eu estudei Gestão, mas depois de viver um ano em Portugal — como estudante Erasmus — descobri que eu não me identificava com o mundo corporativo e da economia. Foi então que comecei a trilhar meu caminho como tradutor, começando com um Mestrado em Tradução Editorial.

 

3. Para você, qual é o aspecto mais incrível da sua área de atuação?

Eu trabalho em muitas áreas, mais se tiver de escolher uma (que não sei nem sequer se existe), seria a tradução de músicas. Há uns anos, iniciei um blog sobre o assunto, no qual incluo também algumas músicas traduzidas de cantores brasileiros. Traduzir músicas, na minha opinião, é o maior desafio para um tradutor, pois deve-se buscar um equilíbrio entre fonética, semântica, naturalidade, rima, ritmo… Tudo isso, para que a tradução seja o que se diz “cantável”, e não só mais uma tradução semântica.

 

4. E o mais desafiador?

Acredito que acabei de responder a esta pergunta na minha resposta acima, sem nem mesmo tê-la lido antes. Eu diria que a parte mais desafiadora na tradução de músicas seja ajustar o significado da canção ao ritmo da música. Quer dizer, chegar a um ponto de equilíbrio onde nenhuma dessas duas dimensões seja prejudicada.

 

5. Cite um mito e uma verdade sobre sua área de atuação que você só descobriu na prática.

Mito: As músicas traduzidas não soam bem.

Verdade: dependendo do idioma, é mais fácil e mais rápido conseguir um resultado satisfatório. Por exemplo, por semelhança das línguas, é mais fácil fazer uma boa tradução cantável de uma canção brasileira do que de uma em inglês.

 

6. Qual dica construtiva você dá para quem possa estar cogitando seguir na sua área de atuação ou para quem possa estar começando?

Esta dica, eu a darei de forma geral, pois como já disse, a minha área de atuação é muito nova — e quase ninguém se atreve a entrar nela: não fiquem obcecados pela questão da especialização. Experimentem vários campos, vejam onde são mais produtivos, onde curtem mais a tradução e, então, só depois, decidam a área (ou áreas) em que querem trabalhar.

 

Saiba mais sobre o César

 


Quer participar da série Eu Sou Abrates? Envie-nos um e-mail para metafrase@abrates.com.br com o assunto “Entrevista: [seu nome]”. Esta série é exclusiva para membros.

29 abr, 21