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Palestrantes

Good morning, computer: speech recognition technology applied to translation

Internet of Things, artificial intelligence, computers we can talk and listen to. The future is here and language is a key component of this technological development. This lecture aims to provide an introduction to speech recognition technologies available for Brazilian Portuguese and explore how they can be applied to translation and interfaced to text editors and CAT tools. We’ll discuss potential productivity gains, ergonomics, as well as what’s special about writing through speech. We’ll also address current limitations of speech recognition and suggest further integration with other technologies.

  • ABNER DMITRUK

Tudo o que você precisa saber para abrir uma empresa de tradução

·         Por que os tradutores não podem ser MEI;

·         Quais são as opções adequadas para a categoria;

·         O que são ME e EPP;

·         Quais são os limites de faturamento e a carga tributária para essas empresas;

·         Quais são os regimes de tributação disponíveis;

·         Como recolher o INSS, receber o pro-labore e distribuir os lucros;

·         Quais são os custos médios de abertura, manutenção e fechamento;
·         Que fatores devemos levar em consideração ao abrir uma empresa de tradução.

  • ALEXANDRE RIBEIRO

Da tradução literária (prosa): implicações e provocações

Adentrar o universo da tradução literária é, na verdade, adentar o multiverso que abriga o ser, a linguagem, o mundo lá fora e o mundo dentro de cada tradutor. Traduzir é tentar buscar o difícil equilíbrio de forças para oferecer ao leitor um contato com o “estranho” sem causar-lhe (muito) estranhamento, recorrendo a estratégias diversas para vencer aquela resistência a que Paul Ricoeur se refere, quando menciona as dificuldades relativas ao campo semântico, sintático e de heranças culturais, entre outros aspectos. Esta palestra tem por objetivo discutir esse gênero tão instigante e desafiador – o da tradução literária –, que, a cada texto, está a nos propor provocações inesperadas e infindáveis e, por vezes, quase insolúveis À luz de reflexões baseadas em alguns pressupostos teóricos da área e de alguns exemplos ilustrativos, pretendo compartilhar minha visão e minha modesta experiência nesse vastíssimo campo, discutindo estratégias, critérios e escolhas – e propondo  algumas provocações. 

  • ALZIRA LEITE VIEIRA ALLEGRO

Facilite o gerenciamento de seu trabalho e seus ganhos com uma planilha do Excel

Mesmo não sendo gerente de projetos, o tradutor profissional precisa administrar diversas tarefas, clientes, preços, taxas, porcentagens, descontos... Para nós, ‘das letras’, isso pode não ser uma tarefa fácil. Quando comecei a trabalhar como freela, controlava as tarefas em um caderno. Mas, com a chegada de mais clientes e a diversificação dos trabalhos, isso foi ficando mais cada vez mais complexo. Comecei a usar uma planilha do Excel e, conforme surgiam novas necessidades, aprimorei a entrada de dados, usando fórmulas para calcular - no caso de cliente-agência - o preço de uma tarefa com cobrança ponderada (fuzzies, matches e no matches) e conferir o que o cliente me mandava, incluindo campos para estabelecer uma taxa de urgência ou um desconto. Também desenvolvi um método para conseguir controlar visualmente o que foi feito, o que foi cobrado, o que foi pago. Isso facilitou muito a administração do trabalho e dos meus ganhos. Nesta palestra, vou apresentar a planilha (e compartilhar com quem quiser), explicar a lógica que usei e as fórmulas empregadas em todos esses cálculos, e mostrar como ela funciona no meu dia-a-dia.

  • ANA CRISTINA KASHIWAGI

Don’t be afraid to say it: strange and surprising terminology found in Portuguese-language medical texts

We often need to rely on intuition, perception or even \"gut feelings\" to decide which term to use in a translation. But in some cases, what \"sounds bad\" is correct and what \"sounds good\" may not be the most appropriate choice. Especially when dealing with technical terminology, non-specialists may not be able to pick out which option is the best. Many translators, whether experienced or beginners, say they do not translate medical texts because “mistakes can be deadly;” this attitude demonstrates the importance of accurate terminology in health-related texts. Even professionals with years of experience can have misgivings and make mistakes when translating medical texts or interpreting in medical situations. This presentation will address a series of terms that tend to be troublesome and lead to uncertainty because they sound strange or even surprising. Drawing on real-world examples and more than a decade of experience in technical translation and editing for some of the world\'s largest translation agencies, this session will use a very dynamic and objective method to present authentic examples (with slight alterations to protect confidentiality) of medical terms that appear wrong but are actually the most correct translation. Because the main focus will be on Portuguese terminology, this session is recommended for translators and interpreters in any language pair that includes Portuguese. Some time will be set aside at the end of the presentation for participants to ask questions.

  • ANA JULIA PERROTTI-GARCIA

Tradução, edição, revisão: colaboração e embates

O processo de tradução editorial é bastante complexo e envolve diversos atores para a produção de cada livro. Tradutores, editores, preparadores, revisores, diagramadores, são diversos profissionais que de uma forma ou outra influenciam no resultado final, todos com o mesmo objetivo: fazer um livro melhor.

Nesta mesa-redonda, trazemos representantes do mundo da tradução literária, da edição de textos e da preparação e revisão de originais para discutir maneiras mais eficientes de colaboração entre os atores do processo editorial, os dilemas que cada profissional enfrenta ao trabalhar uma obra literária e outros aspectos das respectivas carreiras.

  • ANDRÉ CONTI
  • Ibraíma Dafonte Tavares
  • Jiro Takahashi
  • Maurício Santana Dias

Translation x transcreation: the role of creative writing in today\'s translation market

Not a long time ago, we used to connect the idea of creative writing with literature, such as novels or poetry. Translators and proofreaders working for the IT, telecommunications and engineering industries did not consider the creation of a fluid, beautiful and pleasant text as part of their job. Many colleagues already said that the important thing was to \"fill the gaps with a translated text\".

With the improvement of automatic translation technologies, filling the gap doesn\'t seem to be enough anymore. Today, we are expected go beyond the conversion of the text from one language to the other. We need to convey the uniqueness and the cultural features from the foreign text into something that makes sense and fits perfectly in our own language. In other words, we need to be creative as never before. 

In this talk, we will see examples of real-world translations and transcreations, and discuss the options we have for each case.

Creative writing is and will be more and more an important part of the translator\'s job so as to succeed in the age of machine translation. After all, we have to do what the machines can\'t. For us, there is plenty of space for creative translators in areas such as marketing, tourism, games and even journalism. Why don\'t we take advantage of this momentum and this lack of professionals to improve our carreers?

  • ANDRÉA GONÇALVES PINTO

AL RESCATE DEL PENSAMIENTO CRÍTICO

En la formación de traductores aún queda mucho por recorrer.  Ante las primeras experiencias de traducción,  el alumno se apega al original, por temor o inseguridad.   Es evidente su incapacidad para el pensamiento abstracto, para la captación del sentido. La  base de toda esta dificultad es algo tan simple como no saber leer. 

El propósito de esta investigación se centró en determinar la incidencia  de una comprensión lectora cabal en el logro de una traducción de contenido, llena de sentido y fiel, que aleje al traductor de la literalidad.  

Comenzamos a partir de las técnicas de lectura cognitiva planteadas por Cassany y Serafini. Para pasar a  la reconstrucción verbal del texto, a partir de la cual se extrajeron las ideas principales y aquellas secundarias.  Frente a este texto, entonces, se procedió a la traducción aplicando las competencias y estrategias traductoras. 

No solo se lograron traducciones que lograron mayor fidelidad al original, sino que también se logró que el alumno recuperara su pensamiento crítico y libertad para traducir. 

El miedo y la inseguridad surgen del desconocimiento de las capacidades que forman la cadena completa del proceso de traducción. Y en este trabajo la demostramos.

  • ANDREA VIAGGIO

Não seja quadrado, traduza quadrinhos!

Olavo Bilac, poeta e jornalista, criou poesia em quadrinhos. Helena Ferraz de Abreu, jornalista e roteirista, foi a primeira mulher a traduzir histórias em quadrinhos no Brasil. Alfredo Machado, escritor e jornalista, fluente em inglês, francês e espanhol, utilizava modernos dicionários e enciclopédias para traduzir quadrinhos. Nelson Rodrigues, também escritor e jornalista, que pouco sabia de inglês, inventava (ou melhor, recriava) histórias em quadrinhos. Érico Assis, pai, jornalista, doutorando, professor, resenhista, escritor e blogueiro não passa um dia sequer sem ler ao menos uma página de quadrinhos. Drik Sada vê três filmes por dia e utiliza software identificador de voz para traduzir quadrinhos. E esse é só o início de muita curiosidade (e intriga) por trás das Histórias das traduções de histórias em quadrinhos no Brasil que pretendo lhes contar.

Além disso, apresentarei o que são histórias em quadrinhos e a infinidade de gêneros que elas englobam; falarei sobre os elementos que as constituem e que não podem ser esquecidos no momento da tradução, enfatizando o par linguístico espanhol > português, com o qual trabalho; comentarei sobre os principais tradutores brasileiros e as línguas mais traduzidas; darei um panorama do mercado editorial brasileiro y otras cositas más, a fim de fornecer aspectos relevantes desse gênero aos curiosos e tradutores de HQs em potencial.

  • BARBARA ZOCAL

Os bastidores e o mercado de tradução de campanha política português>libras.

O objetivo geral deste trabalho, é apresentar os bastidores da tradução de uma campanha política no par português>libras no interior de São Paulo, relatar alguns aspectos sobre o mercado e condições de trabalho dos tradutores atuantes nesse contexto.

O objetivo específico, é apresentar uma pesquisa com os tradutores de uma região do interior de São Paulo, evidenciando alguns aspectos do mercado e condições de trabalho: estrutura do estúdio, recebimento de material com antecedência para estudo de terminologias, conhecimento da equipe operacional, apoio e acompanhamento da produção ou direção da Campanha, preparação, gravação e pós-gravação; revisão do material em ilha de edição, sempre que possível com a presença do intérprete ou da produção, que acompanhou a gravação; e por fim, o feedback do trabalho final.  Não só o retorno da equipe que contratou o intérprete, mas também o caminho inverso, onde o intérprete pode comentar sobre o resultado do trabalho final, como por exemplo, adequação do tamanho da janela e a sincronia de sua imagem com a fala do personagem.

Em termos de negociação, muitos relatam não ter tido abertura para negociação de acordo com tabela de referência, o valor proposto foi um “cachê fechado” pela campanha.

No caso de uma campanha política, o fluxo de vídeos e informações é muito alto e instável, para que não houvesse risco de desencontro de agendas entre o intérprete de libras e a produtora responsável pela campanha, decidiu-se contratar dois intérpretes para toda a campanha. Foi de responsabilidade de ambos intérpretes, chegar para a gravação sempre com a vestimenta adequada, sem maquiagem, e no caso de mulheres, preferencialmente com o cabelo preso.

Em termos de qualidade, a produção se preocupou em realizar uma tradução a cada mudança de roteiro, com o objetivo de evitar erros de corte na edição, para assim, garantir a mensagem na íntegra, sem prejuízo de informação.

No processo da gravação das traduções, houve preocupação com o tempo limite para a tradução para a janela de acordo com o tempo limite do texto, qualidade da imagem. A produtora não utilizou de recursos como a aceleração do vídeo do intérprete para se ajustar ao tempo limite do texto, por isso, foi priorizado que tal sincronia acontecesse de forma natural e perfeita no momento da gravação.

 

Para o audiovisual, é imprescindível que o intérprete de libras grave a tradução sempre em um único take, ou seja, que interprete o áudio sempre de maneira corrida, sem pausas. Isso facilita o trabalho do editor, otimiza o tempo e minimiza erros no projeto final.

  • BRUNA FREITAS FARO
  • Paloma Bueno Fernandes

AS DESVENTURAS DA LEGENDAGEM ELETRÔNICA NOS FESTIVAIS DE CINEMA

As peculiaridade e histórias da legendagem eletrônica em festivais de cinema e teatro em que as legendas são projetadas ao vivo. Como funciona o processo e que nicho de mercado é esse? Conheça as peculiaridades, curiosidades e as agruras de quem trabalha com legendagem eletrônica.

  • BRUNO MURTINHO

How to get good texts in Portuguese

In this lecture for the literary beginner translator I’ll use my experience as a copy desk professional to give practical tips on how to improve the result of a translation to Portuguese. It’s not a Grammar or translation theory class. It’ll be more of a conversation with simple advice that can help the translator to show fluency in the target language while maintaining the text true to the source language. To make learning easier, I’ll use translation examples from English to Portuguese.

  • CAMILA FERNANDES

Planejamento financeiro pessoal de longo prazo e os ciclos de vida

Nossas finanças têm uma relação direta com nosso desenvolvimento biológico, pessoal e profissional. Mas têm mesmo? Nesta palestra ouviremos quais são os Ciclos de Vida pelos quais passamos, como deveríamos nos comportar financeiramente e casos de sucesso (e de preocupação) em cada um deles, e como um bom planejamento financeiro de longo prazo pode te ajudar a alcançar todos os seus objetivos! 

  • CARLOS AUGUSTO SANTOS

Corporate and Technical Audiovisual Translation: How to Break the Vicious Cycle

Multimedia or audiovisual materials are quickly becoming a common way to convey ideas and messages in all different fields, far exceeding entertainment—films and shows for cinema and TV. In any area, audio and video files are being used as a quick and engaging way to communicate, train, sell, motivate and much more. They are often integrated into presentations or websites, as multimedia tools and online resources make it easier and cheaper to produce and share these kinds of files.

Corporate and technical segments are making extensive use of audiovisual resources to effectively engage and communicate across languages and cultures, and creating more demand for specialized translators who can combine the skills required by the various forms of audiovisual translation (AVT) and those of business and technical translation. However, a few clear trends can be observed: (1) there are misconceptions and negative views about AVT, usually based on poor knowledge of this field of expertise and on the experience of the entertainment sector, which is significantly different; (2) when the end-clients require AVT services, they don’t always know what their options are and what important information or instructions to provide; (3) clients tend to hire a translator or an agency to translate those materials just like they would do with any other text, but these translators often lack audiovisual translation expertise; (4) this can lead to poor results in terms the translation’s integration with the multimedia files, which often the end-client is unable to assess; (5) this tends to reinforce the negative views related to this field, which keeps rates low and fails to attract more capable technical translators and to generate demand for specialized training.

We need to break this vicious cycle by providing information and training on AVT for the corporate and technical sector to all stakeholders—clients, translators and instructors. Everyone will benefit from this convergence and the rise in quality in this sector.

  • CAROLINA ALFARO DE CARVALHO

A Killer CV

It\'s getting increasingly harder to absorb written information nowadays with a large amount of content we consume from different media. Raise your hand if you have never stopped reading a post from a friend because it was too big. Or if you have never fought daydreaming during a presentation with large blocks of text distributed in countless bullet points, or slides full of critical information ready to be discarded by the brain simply because it is given in an unattractive format.

“And what does this have to do with my translator career?\", you ask me.

And I say: \"Everything.\"

The realm of professional translation also suffers from the same bombarding of information to which we are exposed on a daily basis, especially at one of its gateways: translation agencies, true laboratories of the profession much sought after by beginners.

An agency receives many resumes a day, most of them failing to properly target the desired position. No wonder many of these CVs get lost amidst the tasks of projects simultaneously absorbed by translation agencies. The truth is that men and women from the 21st century are more visual than ever - after all, the reach of the so-called \"memes\" and social media banners is much greater than that of body texts. But let me tell you a secret: we all know that, but we insist on doing things the same old way. Couldn’t we use a bit of innovation?

In this talk, you will be introduced to the concept of visual resume and learn how to prepare one suitable to your business to stand out in the crowd. We will take a hands-on approach, unraveling a ctitious visual résumé and highlighting the tripod that supports its effectiveness: visual identity/professional persona, target reader/client, and elds of expertise.

  • CAROLINA CARDOSO WALLITER

The Sign Language Interpreter in Artistic Sphere: a saying in a universe of sayings.

Due to the significant growth of communicational access in cultural spaces, several theater plays rely on the performance of Sign Language Interpreters (SLI) that aim to attend the demand for accessibility in Brazilian Sign Language (Libras) for deaf people. The interpreter’s performance in any language sphere constitutes itself by several challenges, and that includes the challenge to traverse from one language into another respecting the discursivity of each language involved in this interpretation. When it comes to interpretation of texts from artistic sphere, a range of challenges and consequences arise under the aspect of meanings construction produced in source language and the ones to be produced at enunciation in target language. Researches in theatrical sphere should consider the peculiarities of the texts in its broad sense, which implies to face them not only from its verbal dimension, subjectivity, implicit meanings or ideologies that permeate artistic sphere, since meanings produced in theater are built also by non-verbal elements that constitute theatricality, such as scenario, stage movement, theatrical elements, projections, sound effects, etc. And yet, when in the language pair involved in this interpretation there are two languages of different modalities, being the source language of oral-auditory modality and the target language of gesture-visual modality (sign language), can be said that challenges and consequences are intensified. Thus, the interpretation of sign language in this sphere, should consider the multimodality that constitutes language used in theater and a verbal-visual totality made up of different extra linguistic visual elements that influence the verbal elements. In this regard, discussions on the performance of the SLI and dramatic texts translation issues are necessary to understand interpreter’s performance in this sphere. Starting from the dialogue between Bakhtin\'s perspective of language studies applied to interpretation studies, takes place an analytical-descriptive and analytical-comparative qualitative study in three theater spectacles that are accessible in Sign Language by hiring SLI, through comparison of the relations between the dramatic text provided as spectacle script, the desired interpretation by SLI during study period, and the record of the enunciation at the moment of the interpretation in Libras, this study aims to observe the verbal-visual relations of theatrical discourse and its effects on meaning construction in sign language interpretation in this context.

  • CAROLINA FERNANDES RODRIGUES FOMIN

O DESAFIO DE FORMAR EQUIPES

A palestra vai abordar a busca por talentos no mercado audiovisual, mostrando a relação entre empresas e colaboradores, e que tipos de ação a Dispositiva toma para formar seu quadro de tradutores e revisores.

  • CAROLINA SELVATICI
  • Leilane Papa

Caminho das pedras – uma sessão interativa sobre a experiência do Mentor e do Mentorado

Sessão com mentores e mentorados da Abrates falando sobre suas experiências.

  • CAROLINA VENTURA
  • Yasmin Fong
  • Andréa Souza
  • Gisley Rabello
  • Natália Mazzili

Recruiting & Selecting, Hiring and Retaining Translation Professionals

While on the one hand, companies want to recruit, select and retain good translators, reviewers and support staff, on the other hand, translation professionals want to know where and how to approach the best companies in the market. What are their options? What better suits their expectations?

From the company’s perspective, there are a series of procedures to be followed - and they must be constantly updated - if the dream team is to become a reality.  From the translators’ perspective, on the other hand, it is important to know how to reach the companies they are looking for, what these companies want from them, and how they can prove to be the talent that really makes a difference.

We will talk about job description, CVs, the hiring process, labor law, training and assimilation programs, mentoring and incentives for innovation. We will also discuss Profit Sharing Programs (PLR) and incentives towards further study.

Come and join in on our discussion!

  • CÉLIA KORN

Personal branding e construção de marca: o que, por que e como

  • Conceitos de identidade, imagem e reputação;
  • Por que ter uma marca pessoal é essencial?
  • O impacto da presença digital para vida e carreira;
  • A importância de definir objetivos, público-alvo e plataformas;
  • Personal branding de acordo com os objetivos da sua marca.
  • CINARA MOURA

OS GRUPOS ORGANIZADOS DE INTÉRPRETES

Embora o trabalho em dupla—ou em grupo—seja condição básica da profissão de intérprete, associações formais ou grupos de cooperação entre intérpretes, embora existentes, não eram prática tão comum no passado.  Hoje novas necessidades de mercado incentivaram a criação de diversos modelos de associação e parcerias entre intérpretes, que devem ser debatidos e conhecidos por todos, principalmente pelos que iniciam a carreira. A proposta aqui é que montemos um painel com alguns grupos representativos do mercado para conhecermos um pouco de como se formaram, por que, sobre que modelo e quais são as vantagens e desvantagens de se trabalhar dentro de um grupo organizado.

  • COLETIVO INTÉRPRETES: Andréa Negreda
  • EIC: Teresa Lindsey
  • CATÁLOGO DE INTÉRPRETES: Meg Batalha
  • HIVE: Patrícia Loreto
  • A.T. Tradução & Interpretação: Natalia Taddei
  • Moderadora: Branca Vianna

Experience of a small translation company in analysing and deploying MT - a proactive approach

As a small and quite specialized company, we, as many professionals worldwide, are facing the increasing “take-over” of MT and the resulting reduction in turnover times and prices. We saw the need to be one step ahead and, instead of being on the accepting the way the market imposes this innovation, made a more active and critical approach, which allows us to assess the actual impact of this technology on our daily work as translation professionals.

Using the large and specialized database we have gathered in 20 years, we conducted an analysis of the main MT engines available in the market (ProMT, LILT, Moses, etc.) to provide an insight in the following points:

1)      Availability for two-way translation

2)      Integration with CAT Tools

3)      Ease of use

4)      General dictionaries available

5)      Specialized dictionaries available

6)      Applicability of proprietary TMs

7)      Possibility to manage settings and profiles per client and/or project

8)      Possibility and difficulty level to create new dictionaries based on TBs or glossaries

9)      Analysis of pre-translation carried out off-line and in batch mode

10)   Availability and performance analysis of local and cloud databases

This analysis aims at obtaining data on word gain, time reduction in translation and review, personal and MT engine learning curve, and costs of equipment and tools required to provide the means to decide on the applicability of the technology in terms of costs, market, and production time.

  • CRISTIANE TRIBST
  • Marcelo Oliveira

Cheating spouses, Information Security and You

It is rare for a week to go by these days without us hearing of at least one significant incident of personal data and/or usernames/passwords being leaked or dumped on the internet, many times in mind-bogglingly massive scales. The data breach of online dating website Ashley Madison (jokingly alluded to in the title) is among the most well known – albeit far from being the most recent or even the largest one – of such events.

Given the confidentiality that is almost the sine qua non of their professional practice and the need to constantly handle highly sensitive information, translators and interpreters are particularly vulnerable to the possibly catastrophic consequences of data and identify theft.

And yet, the fact remains that general understanding of what these events actually represent for end users is still scarce. Much is maligned of the consequences (and there is definitely a lot to be worried about), but little is explained.

Taking these aspects into account, the presentation aims to give some substance to a debate that more often than not relies on apocalyptic predictions rather than concrete data. After a brief overview of the current vulnerability threats to data that circulates in the internet (at least as far as can be ascertained given what is reasonably suspected or certain today), a few basic concepts on information security will be outlined (entropy, basic intrusion tactics, types of malicious attacks) and, finally, a few core practices will be described that can be sensibly expected of a translator/interpreter – and of individuals in general, in fact – wishing to mitigate the most basic vulnerabilities (and a few of the more complex ones).

The so-called “rule number one of the internet” is probably truer today that it has ever been: you are compromised. No exceptions. Fortunately, however, there are many layers to being “compromised”, and a non-negligible share of the more recommended practices are still an individual choice. Well-informed users make better decisions about how they can be better protected on the web, and obtaining a better understanding of the best balance to strike on the security vs. convenience dilemma is the first step towards a clearer conscience (at least within reason) as we inevitably expose ourselves online.

  • DANIEL PEREIRA MACIEL

Subtitling with a spectrogram

When we start subtitling and see a spectrogram for the first time, even their name is a little scary. It might seem easier to define timings using a wave form. But spectrograms give much more information at a glance and make it easier to read words and syllables right on the visualization.
My aim is to teach a little of what I\'ve learned from studying phonetics and linguistics, specifically phoneme classes and how to read spectrograms.

  • DANIEL SALES DE CARVALHO ERLICH

A interpretação na era da colaboração: juntos somos melhores

Esta palestra abordará as novas tendências de interação entre intérpretes na era da Internet: formação de grupos de discussão, grupos de estudo, grupos de trabalho e outras formas de interação que se diferenciam muito da prática tradicional em que o intérprete só interagia com os colegas de cabine que viesse a ter. Com isso, intérpretes iniciantes tinham uma dificuldade incrível de conhecer novos intérpretes e demorava anos até que seu nome ficasse conhecido no mercado.

Em termos de reciclagem de conhecimentos, as oportunidades em interpretação sempre foram escassas. Atualmente, as oportunidades são muitas e ultrapassam os limites geográficos através de cursos, palestras e webinars online.

No mercado de tradução, essa tendência já é realidade. Mesmo antes do advento do Facebook, já existiam listas de e-mail que discutiam questões comuns a todos, dúvidas de vocabulário e outros aspectos até burocráticos do trabalho do tradutor. Mas isso não aconteceu com os intérpretes nessa mesma época. Por que esse desabrochar tardio?

Venha saber onde encontrar esses grupos, como trabalham, quais são as vantagens de um ambiente colaborativo e como crescer e se desenvolver em um mercado onde todos são, ao mesmo tempo, colegas e concorrentes.

  • DANIELE FONSECA

Understanding the T&I Industry in the USA

The United States of America is home to the largest market for translation and interpreting services.  The US government alone is one of the largest purchasers of translation and interpreting services in the world, with projects in dozens of languages.  Despite increasing globalization, the American T&I industry operates in a unique environment with its own customs, standards and experience.  This session will provide an overview of the T&I industry from three angles: as freelancers, project managers and translation buyers.  With insights from various stakeholders, this session will help participants improve their relationship with their American partners and clients.

  • DAVID RUMSEY

ROUNDTABLE: THE CHALLENGES OF QUALITY CONTROL IN LOCALIZATION

Que tradutores são apaixonados por qualidade, já o sabemos. Mas e o que profissionais de diferentes áreas e experiências variadas fazem para garantir, assegurar e certificar essa qualidade de modo que esteja presente desde os processos do cliente até o produto que chegará às mãos do usuário final? Para aqueles que trabalham no setor de localização, sejam tradutores, empresas de localização, gerentes de projetos ou clientes, a qualidade traz desafios que requerem esforços diários e contínuos de todas as partes, não se restringindo à tradução em si, mas estando presente também em todo o ciclo de localização, desde estabelecer processos, capacitar equipes de tradutores até lidar com clientes ou fornecedores.

Esta proposta visa justamente abrir espaço para uma discussão sobre qualidade em tom leve, dinâmico e participativo no formato de mesa-redonda, partindo das experiências profissionais dos participantes da mesa, traçando assim um panorama realista e altamente profissional sobre os desafios de qualidade presentes no setor de localização brasileiro. Entre os tópicos sugeridos para discussão, gostaríamos de ressaltar: estabelecimento de processos, práticas recomendadas, uso de tecnologia e ferramentas, modelos de qualidade, revisão linguística, seleção, capacitação e avaliação de recursos internos e externos, uso de KPI e métricas para avaliar qualidade tanto na tradução como no nível de serviço entregue ao cliente, entre outros.

Conforme mencionado acima, inicialmente, a mesa-redonda contará com a presença de quatro participantes:

Débora Weirich, gerente linguística de uma empresa de localização (RoundTable Studio)
Mitsue Siqueira, especialista linguística (Ccaps)
Janayna Couto, gerente de fornecedores (Ccaps)
Luisa Maura Chiposche, gerente de qualidade global

  • DEBORA HILDA WEIRICH
  • Mitsue Siqueira
  • Luisa Maura Chiposche
  • Lilian Alves Mautone
  • Wania Grandesso

GESTÃO DE PROJETOS E PORTFÓLIO PARA TRADUTORES E INTÉRPRETES - DESCOMPLICANDO SEU PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES E DE VIDA

O termo gerenciamento de projetos vem sendo amplamente explorado em vários setores da economia. No ambiente empresarial, algumas empresas organizam a administração de seus negócios e, portanto, de seus recursos financeiros e humanos de acordo com os projetos que têm. Em âmbito pessoal, quando alguém descreve seus planos futuros, invariavelmente utiliza a expressão: “O meu projeto de vida consiste é.....” 

A palestra tem como objetivo principal, demonstrar a aplicação de algumas técnicas de gerenciamento de projetos na rotina de trabalho e na vida dos tradutores e intérpretes de forma a otimizar a utilização do próprio tempo e melhorar a qualidade de vida. Tais técnicas são resultado da experiência profissional na aplicação do conjunto melhores práticas de gerenciamento de projetos consolidado sistematicamente pelo Project Management Institute (PMI). O PMI, fundado em 1969, coleciona boas práticas de gerenciamento de projetos coletadas por gerentes de projetos que atuam em todo o mundo e as divulga através de publicações específicas, de programas de certificações profissionais reconhecidas globalmente, divulgando e treinando profissionais no mundo inteiro. 

Poucos se dão conta que algumas destas práticas revelam técnicas que podem ser utilizadas por profissionais de todas as áreas para melhor gerenciar suas tarefas e o próprio tempo, no melhor e mais complexo de todos os projetos, o projeto de construir nosso presente e futuro.

  • DENISE DE ALMEIDA PERES

Aprendendo a traduzir pra dublagem com suas estratégias

Um dia li que  “traduzir para dublagem é  simples“ .  Onde se encaixa essa simplicidade? O que seria simples? Existe apenas uma forma de traduzir, um padrão , uma regra? 

Ela é simples somente se estiver relacionada à linguagem coloquial que geralmente é utilizada na dublagem, pois tratamos de uma tradução pararela (Gottlieb, 1988). Traduzir para dublagem, ou traduzir simplesmente, não é simples! Ao trabalhar em uma produção, é preciso analisar o conteúdo, pesquisar, se familiarizar com tudo, antes de pensar em traduzi-la. E aí que entram as estratégias para que sua tradução seja fluída, clara, e fácil de ser lida e compreendida pelos dubladores. Pensando nisso, o objetivo dessa palestra é mostrar como fazer essa transformação, como fazer uma versão brasileira para que o público alvo não estranhe o que assiste. A dublagem começa na tradução e se ela é boa, o resultado será bom.

  • DILMA MACHADO

A tradução para dublagem e para legendagem

Uma mesa com profissionais da dublagem e da legendagem discutindo os assuntos das duas áreas.

  • DILMA MACHADO
  • Paulo Noriega
  • Carolina Alfaro

A Brief Introduction to Poetry Translation: Shakespeare\'s Sonnet 116

Using my own translation of Shakespeare\'s Sonnet 116, I\'ll make an introduction to poetry translation, examining points of contact and differences between English and Portuguese poetics. That sonnet was chosen due to the discussions regarding form, meter and rhyme it allows and due to the possibility to show objective ways to analyze the translation of a poem.

  • EDUARDO FRIEDMAN

Tradução juramentada ao redor do mundo

No Brasil, o ofício de tradutor público e intérprete comercial é regulamentado por um decreto presidencial datado de 1943 e sua prática está sujeita a regras adicionais ditadas pelas Juntas Comerciais de cada estado. Um projeto de lei propondo mudanças no ofício gerou recentemente uma discussão sobre a necessidade de adaptar ou não algumas práticas. Mas o que são exatamente essas práticas? Há diferenças regionais? E como atuam os tradutores públicos em outros países? Para refletir sobre alguma dessas questões, apresentaremos a experiência de duas tradutoras no exterior – na Alemanha e na Itália – e faremos uma breve comparação com a situação atual no Brasil, com espaço para perguntas ao final da apresentação.

  • ELISABETE KÖNINGER

The teaching of translation in Brazilian universities: the importance of theoretical reflection for translator development

In Brazil, the last decades have been marked by a small increase in the visibility of translators, alongside a greater institutional recognition of translation studies; both by the establishment of graduate programs and researching groups, the number of publications of articles about translator training, and about the importance of  theoretical reflection on translation. If, on one hand, we note the development of courses and expansion of the area, on the other, it is possible to observe that some issues still seem to have not left the discussion table, and continue to appear in books and periodicals, for example the traditional dichotomy between theory and practice. The objective of this paper is to reflect on the teaching of translation in Brazilian universities, and to show that the theoretical reflection is inseparable from the translation practice and other aspects involved in the translation process. We intend to question the often defensive attitude of students and professionals in relation to theoretical aspects - intrinsic to any translation – and raise the hypothesis that this attitude could be the result of stereotyped theoretical conceptions, and of a rather technical notion of the profession. For this approach, we rely on authors such as Arrojo (2007), Darin (2013), Derrida (2003), Pagano e Vasconcelos (2006) e Rodrigues (2012).   

  • ERICA LIMA

PROJETOS DE LEI, RESOLUÇÕES, PROVIMENTOS, CERTIFICAÇÃO DIGITAL E APOSTILA – AS ALTERAÇÕES JURÍDICAS DE ÚLTIMA HORA, ATUALIZADAS EM TEMPO REAL, E COMO ELAS AFETAM A TRADUÇÃO PÚBLICA.

Dicas e macetes sobre os aspectos práticos e jurídicos do ofício.

Serão abordadas as alterações em leis que afetam o ofício do tradutor público e suas implicações práticas, dando ênfase às informações essenciais e imprescindíveis ao exercício da função. 

  • ERNESTA GANZO

Projeto de Lei de Defesa dos Tradutores e Fomento da Tradução na Argentina

A AATI realiza permanentemente, através da comissão de Tradução para Editoras, ações que visam a tornar visível o papel essencial da tradução na circulação de ideias, conhecimentos e da literatura, bem como sua indiscutível incidência no êxito de venda dos livros traduzidos.

Esses empreendimentos estão levando os próprios tradutores editoriais a tomarem consciência de sua identidade como coletivo profissional e a revalorizar sua função no âmbito do pensamento e da arte.

Vamos fazer uma síntese dessas ações e uma reflexão acerca dos resultados alcançados até este momento: palestras, workshops e cursos específicos dados por especialistas e por atores do mundo editorial, dentro das atividades regulares da associação; jornadas de tradução no âmbito editorial (Jornadas Profissionais da Feira Internacional do Livro de Buenos Aires); Workshop de tradução francês-espanhol em ciências sociais e humanas (Embaixada da França e Centro Franco-Argentino); Clínica de tradução literária (Fundação FILBA); colaboração com a Escola de Outono de Tradução Literária (IES em Línguas Vivas “J. R. Fernández”); Mesa sobre tradução na Conferência Editorial do Programa e atividade performática em A Noite dos Livros (Programa Opção Livros, do Governo da Cidade de Buenos Aires).

 

As temáticas que são apresentadas e desenvolvidas nessas instâncias variam e vão aumentando (scouting, relação entre tradutor e editor, variedades do espanhol, diferenças de acordo com os tipos de texto, línguas das quais se traduz, subsídios à tradução, e outras).

  • ESTELA CONSIGLI

Recebimento do exterior e Siscoserv? A Advanced explica.

No cenário atual, para ser um profissional com atuação internacional você precisa de suporte para suas operações de câmbio. Todo indivíduo que hoje mantém relações com o exterior tem necessidade de utilizar uma Instituição Financeira credenciada pelo Banco Central do Brasil para processar suas operações internacionais e ter o devido direcionamento quanto às obrigações acessórias que estão envolvidas, exatamente onde a Advanced Corretora de Câmbio se enquadra.

Com 18 anos de mercado, sendo uma das 3 maiores corretoras de câmbio do país, com tradição e experiência renovamos nossa parceria com a ABRATES para oferecer assessoria, atendimento personalizado e valor diferenciado para você que é associado.

Compareça em nossa palestra e tire todas as dúvidas sobre o assunto!

  • FÁBIO FRANÇOZO

Revisitando a interpretação de premiações com transmissão ao vivo.

Voltando, 8 premiações depois, para dar outra olhada sobre as peculiaridades, desafios, especificidades e dinâmica da interpretação ao vivo de premiações televisionadas. Após 3 VMAs, 3 EMAs e 2 Movie (and TV) Awards, mostro como tem sido a evolução do trabalho desenvolvido na MTV, as demandas e pressões que o profissional sofre, um pouco sobre o processo de seleção, preparação para o dia do evento, equipamentos e demandas específicas que acompanham esta modalidade de interpretação simultânea.

  • FELIPE CICHINI SIMÕES

Fiz um cadastro no ProZ.com. E agora?

Não podemos negar a importância do ProZ.com no mercado tradutório. Esta comunidade de tradutores pode ser extremamente útil, mas você sabe usá-la para alcançar os melhores resultados possíveis?

A maioria das pessoas só utiliza o ProZ.com para procurar clientes, fazer perguntas de terminologia e navegar nos fóruns. No entanto, o que muitos não sabem é que a comunidade on-line pode oferecer bem mais do que isso. 

O objetivo desta palestra é apresentar diversas funcionalidades interessantes, algumas “quase escondidas”, do ProZ.com que podem ajudar os usuários a alcançar resultados melhores tanto no site quanto na vida profissional.

Entre os tópicos abordados, vamos falar sobre:

  • O site em si
  • Como criar um perfil eficiente
  • Visibilidade e oportunidades
  • Evitar notificações “desnecessárias”
  • Ofertas de trabalho
  • Banco de dados de conhecimento

Você ficará surpreso com a poderosa ferramenta que tem em mãos!

  • FERNANDA ROCHA

What’s the purpose of a mentoring program?

Courses and specializations are easy to find, but the question is: How does one start working? The number of courses, pieces of information, and tips from colleagues on websites and blogs is huge, and the translators who are new in the market either make a lot of mistakes before learning or gather so much information that they will spend the rest of their lives planning a lot and doing nothing. ABRATES Mentoring Program acts as a middleman between the experienced professional (mentor) and the beginner (mentee). However, why should experienced professionals spend their time helping a beginner for free? And the beginners? Why should they register for a program like this if all the answers and hot tips are online and the mentor is not going to help them get jobs or correct their work? What are the goals of the mentoring program and all the people involved? What is the purpose of it, and why is it a six-month program? This talk will be about the experience of a mentor and a mentee, their journey together, and what changed in their lives and work routine after this six-month program.

  • GISELLE AGOSTINHO COUTO
  • Luciana Helena Bonancio

Negociação estratégica

Nesta palestra serão abordados conceitos de Negociação Estratégica que irão ajudar na aquisição de novos clientes, na precificação e formação de parcerias. Você entenderá como realizar preparação de uma negociação levando em consideração alternativas e valor de reserva, a diferença entre negociação distributiva e negociação integrativa assim como formas de criação de valor. Os conceitos são baseados no Método de Negociação de Harvard e aplicados à situações comuns a profissionais autônomos e pequenas empresas.

  • GUSTAVO HABIB

Interactional expertise as a fundamental of technical and scientific translation

 

Translation, as a reading and writing task, is a complex task of solving ill-defined problems (Shreve, 2006). Building on Scardamalia and Bereiter (1991), Da Silva (2007) suggests that expertise in translation is a dialectical process in which the experts are those capable of both deducing from their domain knowledge and content knowledge to solve a particular case and inferring from a particular case to reformulate their domain knowledge and content knowledge. In the translation of technical and scientific texts, such a dialectical process is particularly complex because the translator rarely has specific knowledge of a domain or shares the language of the discourse community of such a domain (Bhatia, 2004). However, Collins and Evans (2010) state that one may acquire interactional expertise, i.e., expertise in the language of a domain without directly contributing to such a domain. In the medical domain, health practitioners and researchers may develop contributory expertise because they are capable of directly performing within the domain by performing research, surgeries and other domain-specific procedures. In contrast, translators may be capable of developing language skills to pass as potential members of the domain given both their mastery of their lingo and their understanding of how the actual members of this discourse community interact with each other. Building on the notion of interactional expertise, this talk will report on the partial results of a CNPq-funded cross-sectional study (461054/2014-0) aimed at inquiring into the performance and product impact of gaining interactional expertise through the effective exposure of translators to specialists from a medicine sub-domain related to arterial hypertension. Throughout nine months, four female translators with a BA degree in translation have participated in activities aimed at improving their academic writing, attended meetings of the Research Group of Arterial Hypertension: Practice and Trials (School of Medicine, Universidade Federal de Uberlandia), paid on-site visits to group sessions of data collection and analysis, performed translations and proofreadings, as well as received the feedback of both linguists and medical specialists on their text quality. Following a cross-sectional design, translation product and process data have been collected and analysed using keylogging software Translog. Partial results have pointed to gradually increased awareness of ergonomics, gains of productivity as measured through pauses, task time and number of renditions, increased meta-reflection (Alves, 2003), and production of texts adequate to the demands of the scientific community. Gains have been observed in the production of texts of different domains, but the major positive impacts have been clearly on the production of texts involving the content knowledge approached by the aforementioned research group.

  • IGOR ANTÔNIO LOURENÇO DA SILVA
  • Carolina Aleixo
  • Lygia Alves

Beyond the traditional triad of translating, editing and proofreading: other tasks professional translators can perform in the current marketplace

In today’s highly competitive translation marketplace, translators are faced with the need to diversify their traditional roles to fulfill other functions that expand and enrich the range
of tasks they perform in the production process. In this presentation, we focus on some of the services translators can offer that exceed the traditional triad of translating, editing and proofreading. Drawing upon our professional experience, mainly in the field of medical translation, we will present a wide repertoire of translation-related activities currently on demand by translation companies which are, more often than not, excluded from undergraduate and graduate programs for translators. These additional tasks translators can offer can be grouped within two major fields of action: quality control and localization. In the first group, we will examine the basic features that define back translation, harmonization, reconciliation, pre-marketing proofreading, third-party review, revision of client-feedback, and assessment of translation tests. In the second group, we will look at target-country review, translatability assessment, transcreation, simplification (or plain language adaptation), and brand name evaluation, among other tasks included within the broad field of localization. This work aims to contribute to outlining the new horizons, and the new challenges of our professional work and we hope it will be interesting for both experienced and new translators alike.

  • ILEANA LUQUE
  • Fernanda Nieto Femenía
  • Marcela Serra Piana

Agora meu negócio é busine$$ - 20 palavras que todo tradutor deve conhecer

As traduções sobre negócios, para jornais e revistas financeiras, clientes empresariais etc. são um ponto forte no cenário de trabalho de hoje. Aprendendo os termos e conceitos principais de negócios, em inglês e em português, podemos abrir mais possibilidades no mercado. Nesta palestra mencionaremos 20 termos básicos da área, com explicações e exemplos.

  • ISA MARA LANDO

INTERPRETAINMENT: QUANDO O INTÉRPRETE PASSA A FAZER PARTE DO SHOW

Em grandes eventos motivacionais, de coaching, desenvolvimento pessoal, programação neurolinguística e até mesmo hipnose é fundamental que o intérprete seja mais do que um mensageiro da ideía do palestrante. Nestes eventos, o ritmo, a entonação, o volume e até mesmo o gestual são tão importantes quanto o conteúdo a ser aprendido. O participante precisa sentir a energia no momento correto para alcançar uma conexão mais profunda consigo mesmo. O intérprete deve se desafiar a fazer parte do show. Falar, pensar, se mexer e até mesmo imitar o palestrante ou algum participante quando for possível e tiver liberdade para fazê-lo. É isso que garante o sucesso destes eventos e este é o grande desafio. Isso é Interpretainment!

  • ISABEL ZAPATA
  • MARIA PAULA BULHÕES CARVALHO

Intercultural Mediation in Healthcare: A Primer for Interpreters

This workshop focuses on exploring the practitioners\' perspectives about interpreting culture and how this affects the provision of culturally and linguistically competent care in different healthcare settings. How are interpreters working with healthcare providers to address cultural issues? What are the strategies utilized? What are the advantages and disadvantages of their interventions? How aware are they of the cultures for which they are interpreting? Do interpreters consider themselves truly bicultural and are they equipped to provide intercultural mediation? What are the outcomes of their intervention? The workshop shares the study results and engages the audience to learn new evidence-based interpreting paradigms. 

Learning objectives

1. Participants will be able to identify all the activities that are within the medical interpreters’ scope of practice, with respect to addressing cultural issues.

2. Participants will learn about the practitioners’ challenges, disadvantages, advantages, timing, scope limitations, and other aspects of addressing cultural issues.

3. Participants will learn the latest interpreting research theories related to addressing culture in an intercultural interpreted communicative event.

  • IZABEL SOUZA

Vamos falar de preços nos mercados de tradução e interpretação?

Uma mesa-redonda sobre preços praticados no mercado de tradução e interpretação. Tabela Sintra? USD 0,01? R$ 700,00/hora? O que é o que não é aceitável? Quem define isso?

  • JOÃO VICENTE DE PAULA JÚNIOR
  • Richard Laver
  • Jorge Rodrigues
  • Luiz Fernando Doin
  • Renato Beninatto

为巴西翻译员解释的 “中式英文”

尽管中式英文不是很常用的,有时候它的的语法被承认为正确。中式英文泛指收到中文影响的口语英文,也泛指收到中文影响书面的英文。由于中文和英文的语境有区别,而且自动翻译也是常用的,所以中式英文译本经常不文雅,带有贬义或者不连贯。

 

本讲话的目的是 ,对巴西翻译员们简单地解释“中式英文”用法 ,对没有中文知识的人容易地解释中式英文句型、逻辑与语法结构 ,而且提醒他们让原来中翻英的英翻葡译本的翻译过程更简单。最后 ,本讲话也将用容易理解的例子解释中文基本的语法结构、中式英文的历史背景 , 以及其在翻译市场现在的影响。

  • JÔNATAS BICA

Taking Things in (Three) Strides: How Translators Can Actively Shape the World of Translation of Tomorrow

We’ll look at the changes in the world of translation from three different angles: 1) Technology, 2) Communication, and 3) Excellence.

  • Technology has rapidly changed – even in the course of the last two years – and it’s up to us to embrace and shape it in a way that it will work in our favor. How can that be done?
  • Communication is what we’re inherently good at, otherwise we wouldn’t translate. Yet we regularly fail to communicate our value to each other and to society as a whole. How can we change that, especially when we don’t like how the narrative is driven by others?
  • Excellence is what we believe sets us apart from both technology and the bilingual crowd. Who is defining excellence and what can we do to be proactive about it?
  • JOST ZETZSCHE

PUBLIC SPEAKING TECHNIQUES

There are two title options: One is Oratory Course. The other is Placing the Voice and Breathing for Interpreters. 

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Program:

- Disinhibition

- Posture

- Breathing and Voice Placing

- Diction (clear articulation of words and no language vices)

- Rhythm of speech (Organization of thought and vocal modulation)

- Argumentation under pressure

- Presentations with use of Datashow

 

 

 

  • KARINA BRAGA PERDIGÃO BARRETTO DE CARVALHO

Alignment: ideas to expand your translation memories

There are no big news about aligning: a table, two columns, a segmented text in one of them and its translation in the other. However, people have been talking about it recently and it is still very useful to build translation memories. During these 50 minutes, we will talk about what an alignment is, its advantages and check real life examples and a step-by-step suggestion to build a more reliable and extensive memory.

  • KELLI SEMOLINI

What Comes After A Book Translation? Copy Editing and Proofreading: These Are Jobs A Translator Can Do!

Before going to print, a book goes through a lot of stages. As translators, we usually concentrate on the translation phase, not knowing or seeing what comes next. However, especially for those who do not work with literary translation yet, but want to, it is essential to know all the processes taking place inside the publishing house and out.

After acquiring the rights to a foreign book, an editor usually looks for the translator that is most suited for that job: someone with experience in that subject; someone who already works for them; someone with an interesting resumée that they wish to test—possibilities are endless, and have been talked about at length in other editions of the Abrates Congress. After that, the translated text is edited and goes off to an usually unknown stage of the work: copy editing. In this aspect, literary translation is very different than technical translation—copy editing is usually only done in books, while other texts go directly to the proofreading process. Here, another difference is that a book needs to be proofed at least twice.

The sheer amount of stages involved in the publishing of a book means there is need for lots of qualified professionals. Thus, these other stages of the process can be open doors for beginners. Though there are a lot of excelent literary translators, publishers complain that it can be hard to find good copy editors and proofreaders. One of the problems is that copy editors in general have no translation knowlege—and, so, copy editing done by a translator is a plus. Publishers in general are also usually more willing to accept new professionals who they haven’t worked with for copy editing and proofreading jobs; it is also common that, after a couple well-done proofs, the professional can be tested for a translation per se—which, as we know, is usually a beginner’s ambition.

Knowing copy editing and proofreading techniques is, thus, essential for those wanting to get into the publishing sector. This lecture will include, among other things: techniques and characteristics of a good copy editing; examples of copy edits and proofs from various publishers; the text before and after a copy editor’s job; the copy editing scope; limits to intervening in the translator’s text: when to change it and when not to change it; relationship with publishers. We hope to give beginners or experienced translators who want to get into publishing a good panorama of what they can work with. 

  • LAURA SANTOS FOLGUEIRA

Consecutive? Sorry, I only do simultaneous.

It’s common gospel that simultaneous is an interpreter’s bread and butter, that consecutive just isn\'t needed. In fact, many interpreters might run the other way screaming at the thought of relying on mere pen, paper and the ol’ memory for a job. But is working in the consecutive mode really as awful as it seems? Could it bring us unforeseen benefits as professionals?

 

In this presentation, consecutive enthusiasts Renato Geraldes and Laura Vaughn Holcomb will lay out how making friends with consecutive might just help you become the simultaneous interpreter of your highest aspirations. A successful consecutive depends on analysis, getting down to the bones of a speech—a discipline that is fundamental for simultaneous, but often gets short shrifted in the ruddy rush of the booth. Consecutive teaches us that good interpreting doesn’t just happen from the neck up: posture, voice, and presence are equal players in the game.

 

In consecutive, there’s really no way around it: the interpreter has to understand and digest the information if they are to stand a chance of producing the message in the target language. The process of understanding, analyzing and (re)production, which is so fundamental to consecutive, is also (or should be) the bedrock of our work in the booth.

 

Besides, having a solid command of consecutive technique might come in handy in its own right on that happy day when the portable equipment refuses to work due to unresolvable interference from the venue’s tin roof. You could turn to your client and say, “Unfortunately, I was hired for simultaneous, I don’t do consecutive” and jet… or grab your notepad, climb up on stage, and maybe even just save the day.

  • LAURA VAUGHN HOLCOMB
  • RENATO RAMALHO GERALDES

Tradução e Cultura

O mundo contemporâneo aproximou pessoas de culturas diversas e reforçou a necessidade de tradução. Não se trata apenas de traduzir palavras ou frases de uma língua para outra, mas significados dentro da mesma cultura. O que significa a linguagem do corpo , o olhar, as palavras, a etiqueta e a comunicação entre povos e sociedades distintos? Para isto precisamos reforçar a compreensão da cultura. Hoje, para fazer negócios, para navegar na internet, para dar uma palestra ou para dirigir empresas eu preciso ser um tradutor em relação aos muitos universos que estão sobrepostos na convivência. Comunicar-se é traduzir e para isto a cultura deve fazer frente ao processo de entropia, de perda de significados originais. Tradução está associada à cultura e não se pode ser bom tradutor sem sólida formação cultural.

  • LEANDRO KARNAL

O Senhor dos Anéis e sua tradução para o português brasileiro

A palestra versará sobre o processo de tradução de O senhor dos anéis, de J. R. R. Tolkien para o português brasileiro, que aconteceu nos primeiros anos da década de 1990. Será dada ênfase especial à questão da tradução dos nomes próprios, que seguiu as recomendações deixadas pelo próprio autor.

  • LENITA ESTEVES

Uso profissional da voz e expressividade para intérpretes

Em breve!

  • LENY KYRILLOS

Nutrição e bem-estar para quem trabalha em casa

- Introdução à nutrição eficiente
- Como incorporar hábitos saudáveis nos dias atuais
- Mitos e verdades sobre alimentação, nutrição e emagrecimento
- Dietas da moda
- Opções de lanches para comer no trabalho
- Dúvidas e perguntas
  • LETÍCIA MENEZES

LITERATURA INFANTIL Y JUVENIL TRADUCIDA: POÉTICA DE LA AMAZONÍA COMO POSIBILIDAD Y DIFICULTAD EN EL CAMPO DE LA TRADUCCIÓN

Al adentrarse en el campo de la traducción de literatura para niños y jóvenes de Amazonía surgieron las primeras posibilidades y dificultades alrededor de los conceptos de traducción, de los problemas que pueden ser enfrentados por un traductor iniciante y cómo estos conceptos podrían ser aplicables en la traducción de la poética de literatura infantil y juvenil. Traducir y comentar la traducción de las poéticas del imaginario amazónico en obras infantiles y juveniles es el interés de esta investigación.

El objetivo general es analizar e identificar los problemas prácticos de la traducción presentes en cuentos y poesías, además de comprender las posibilidades para solucionar los mismos problemas, considerando el aspecto cultural del cuento o poesía, con imagines poéticas del imaginario amazónico. Los objetivos específicos es reconocer como se da el proceso de la traducción, identificar cuáles son las herramientas necesarias para realizar una traducción ética, poética y pensante, y considerar el aspecto cultural de la Amazonía considerando su peculiar poética.

La metodología de esta investigación propone tres apartados: al identificar las dificultades que pueden causar problemas en el proceso de la traducción entre las dos lenguas (español y portugués), respetando el aspecto cultural; ofrecer sugestiones para la resolución de esos problemas de la traducción ya referida; explicitar las decisiones elegidas en el proceso con base en las teorías de los Estudios de la Traducción.

Es la experiencia del otro que reside la práctica, no más común, pero refletada y ética, de la traducción. Y es en la manutención de esa experiencia que es el producto de la transformación, que reside el suceso del traductor. Así también el de la crítica de la traducción, que sabrá recuperar los procesos ideológicos que administran autor y traductor, descubriendo uno y otro, siempre en relación. Ese asunto denso debe ser muchas veces reflejado por el traductor cuando esté traduciendo obras infantiles y juveniles, pues su público es un ser en formación, en todos los aspectos. Introducir valores, utilizar estereotipos o esquemas mentales groseros de la sociedad es una violencia para la formación de los niños.

Las estrategias puestas para el acordó con la recontextualización de textos a través de las fronteras lingüísticas y culturales, en el caso de esa investigación, deseando conocer su propio espacio, un universo de selva, ríos inmensos, exuberancia de flora y fauna, un mundo de expresiones culturales de los pueblos de la selva y de la ciudad, una diversidad que, mirá, asusta, porque huye de los límites de nación, lenguas nacionales y culturas locales. La ¡Amazonía es también una experiencia poética! 

 

PALABRAS-CLAVE: LITERATURA INFANTIL Y JUVENIL TRADUCIDA; TRADUCCIÓN COMENTADA; POÉTICA AMAZÓNICA

  • LILIAN CRISTINA BARATA PEREIRA NASCIMENTO

AUDIODESCRIÇÃO: TRADUÇÃO INTERSEMIÓTICA QUE TRANSFORMA IMAGENS EM PALAVRAS

A palestra objetiva apresentar a audiodescrição, recurso de acessibilidade comunicacional e modalidade de tradução audiovisual intersemiótica que transforma imagens em palavras, ampliando o entendimento e a experiência estética de pessoas com deficiência visual em todos os tipos de espetáculos, eventos, sejam eles acadêmicos, científicos, sociais ou religiosos, e produtos audiovisuais por meio de informação sonora. Os benefícios estendem-se também a outros públicos, tais como pessoas com deficiência intelectual, idosos e crianças, pessoas com dislexia, déficit de atenção e autistas. Abre possibilidades maiores de acesso à cultura e à informação, contribuindo para a inclusão cultural, social e escolar. 

  • LÍVIA MARIA VILLELA DE MELLO MOTTA

DA PREPARAÇÃO À EXECUÇÃO DA LOCALIZAÇÃO DE SITES E SOFTWARES

Palestra voltada para tradutores iniciantes e intermediários – os problemas encontrados durante o projeto de localização/tradução e as sugestões para superá-los.
Serão expostas as diferenças entre localização e tradução e, a partir dessa diferenciação, será demonstrado que o projeto de localização de um site, aplicativo ou software envolve uma série de particularidades, incluindo o registro, o número de caracteres permitido, a padronização com versões anteriores do aplicativo ou edições anteriores do software.

Sabemos que um gerente de projeto experiente já anteveria vários dos problemas que uma equipe pode enfrentar e já se anteciparia a eles, buscando obter do cliente a maior quantidade possível de informações, como materiais de referências, manuais antigos, memória de tradução anterior, glossário, capturas de telas, etc. No entanto, o pior cenário será o exemplificado, aquele em que o tradutor não tem nada disso e que, por incrível que pareça, é mais comum do que se imagina. Vale ressaltar que o cenário-retrato é o de tradutor/revisor x agência, uma vez que, nessa situação, estamos de mãos amarradas, pois dependemos da intermediação da agência para conseguir acesso ao cliente, o que dificulta ainda mais as coisas.
Como enfrentar esse desafio?

Será exposto o que pode ser feito a partir do momento em que o tradutor/revisor é recrutado pela agência para participar da localização/tradução de sites/softwares e de seus manuais, pois vale acrescentar que o desafio do profissional de idiomas é fazer valer a vontade do programador para diferentes usuários, em diferentes idiomas.

Além disso, haverá demonstração de exemplos coletados durante anos de trabalho na área, que representam os verdadeiros desafios que tradutores e revisores enfrentam quando o cliente não fala português e não tem uma equipe linguística interna.

  • LORENA HONORATO BORGES

Tradução Jurídica Avançada: Responsabilidade Civil e Tort Law

Nesta palestra, trataremos dos desafios da tradução jurídica ao traduzir temas de responsabilidade civil (tort law), abordando as principais categorias de torts, os casos mais marcantes e a importância do Tort Law na cultura jurídica americana.

  • LUCIANA CARVALHO FONSECA

Literary Translation into English? May the force be with you.

For many years, translating to any language different from our mother tongue was considered a “mortal sin”. However, to meet a market demand, we accepted this huge challenge. The first book seemed impossible to translate and we weren’t so confident; the second was a bit faster and we felt more self-confident and were able to negotiate with the author to add proofreading from a native speaker; from the third book on, we managed to build a team in which translators and proofreaders work in harmony throughout the process. Results have been very satisfactory and we are on our seventh book. In this talk, we intend to show the biggest difficulties we have faced and how we created a work routine with some translation, researching and proofreading techniques.

  • LUCIANA HELENA BONANCIO
  • Samantha Santos

COMO A TERMINOLOGIA PODE AMPARAR A PRÁTICA DO TRADUTOR INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS

A tradução de textos especializados, técnicos e científicos é constantemente um melindre para o tradutor intérprete de língua de sinais (TILS), ainda mais quando da falta de seu correspondente em Língua de Sinais Brasileira (LSB). No presente trabalho no propomos a apresentar alguns sinais-termo do processo judicial eletrônico (PROJUD) e demonstrar a importância da Terminologia na atividade do tradutor/intérprete, vez que ela auxilia em seu desenvolvimento enquanto profissional.

O recorte especifico se dá pelo o número de Surdos (usuários de LSB) com acesso ao PROJUD ter crescido consideravelmente. Com isso a necessidade de um vocabulário de especialidade, em respeito à Lei 10436/2002 e o Decreto 5626/2005 é direito do Surdo ter acesso às informações em Língua Brasileira de Sinais (Libras). Uma das formas de garantir esse direito é a presença do tradutor e intérprete que ao atuar em áreas com temas especializados devem deter o conhecimento das terminologias específicas utilizadas em contextos diversos.

Por isso, a importância da Terminologia, tanto em sua vertente teórica quanto aplicada, vez que esta oferece um quadro para o estudo das linguagens de especialidade, as quais são objeto de trabalho da tradução técnica e científica.  Considera-se que a compreensão do funcionamento dessas linguagens oferecerá estratégias que possibilitem o desenvolvimento de competências, tais como a competência cognitiva (aquisição de conhecimento na área de trabalho), a competência linguística (conhecimento da língua ou línguas de trabalho) e a competência sociofuncional (conhecimento do uso adequado de determinada construção, haja vista a intenção, o tipo de texto, a situação comunicativa e os interlecutores) (CABRÉ, 1999, p.195), para o processamento de traduções especializadas. 

As linguagens de especialidade são marcadas por uma especificidade inerente, a jurídica está nesse interim, o TILS está mais habituado ao ambiente educacional, não possui uma formação especifica de linguagem jurídica que o possa auxiliar diante de vazios, ou seja, de conhecimentos que não os possua. Quando consulta um dicionário, ou glossário por diversas vezes não sabe como fazê-lo, e no caso da LSB não encontra seu correspondente.

 

Diante disso, e do melindre existente quando da tradução de termos técnicos para os TILS, urge a necessidade de uma terminologia especifica em LSB. Por esse motivo a proposta de um glossário que poderá ser utilizado tanto para auxílio do surdo quanto dos TILS, para despertar a consciência da pesquisa em busca do equivalente usado na língua de chegada.

  • LUCIANA MARQUES VALE
  • Alexis Pier Aguayo

A ARTE DA NEGOCIAÇÃO: COLETÂNEA DE ARGUMENTOS QUE PRECISAM ESTAR NA PONTA DA LÍNGUA DE QUALQUER INTÉRPRETE

 Seja pela concorrência acirrada, pela economia instável ou por outros fatores externos, negociar não é nada fácil. Quem nunca ouviu um “Mas vai ser um palestrante só, por que tenho que contratar dois intérpretes?” ou mesmo “A jornada de trabalho padrão é de oito a nove horas, eu não vou pagar hora extra depois de seis horas.”? No mercado de hoje, já não basta ser um bom intérprete e ter vasta experiência na cabine: precisamos estimular e desenvolver nosso lado empreendedor para conquistar e fidelizar nossos clientes se quisermos garantir um bom fluxo de trabalho no longo prazo.

 

Para tanto, é necessário ter algumas respostas na ponta da língua quando formos questionados pelo cliente durante a etapa de negociação. Por meio da contribuição de diversos intérpretes do mercado brasileiro que compartilharam comigo suas experiências na hora de fechar um evento, preparei uma coletânea de argumentos e estratégias que podemos usar em situações parecidas – seja em trocas de e-mail, ligações telefônicas ou reuniões presenciais com os clientes que buscam serviços de interpretação. Agora, quero compartilhar essas estratégias com vocês para, juntos, formarmos um mercado mais forte e coeso e conseguirmos defender boas condições de trabalho e o respeito à nossa profissão.

  • LUCIANE CAMARGO

Tradução de Ficção Científica – Fluência em Extrapolação

Em que uma tradutora de ficção científica difere de uma tradutora de ficção realista? Seria preciso conhecer os cenários típicos do gênero, exploração espacial, as leis da física, futurologia, distopia, vida alienígena, viagens no tempo e habilidades paranormais?  

Quando falamos em tradução de ficção, seja ela considerada mainstream ou situada no âmbito da ficção especulativa, a questão da fidelidade ao original inclui necessariamente uma sensibilidade para a recriação, na língua de destino, de histórias de complexidade extrema. As proverbiais exceções confirmam a regra literária. Com personagens e tramas que apresentam desafios frequentes à tradução devido à presença de neologismos referentes a tecnologias e conceitos do futuro ou de universos paralelos, a ficção científica demanda uma visão clara entre o que pode ser visto como inédito e, portanto, expresso numa linguagem prenhe de universalidade, e o que é baseado em culturas reais e conhecidas. 

Para efeito de ilustração, podemos parafrasear uma opinião do tradutor de FC chinês Ken Liu, e dizer que, se não existem azulejos num planeta Marte colonizado, certamente existem referências a conceitos sociológicos da Terra, mesclados a uma infinidade de extrapolações possíveis, abrangendo qualquer área das ciências. 

Eis um recorte do universo que iremos explorar nessa palestra.

  • LUDIMILA HASHIMOTO

Diz a Legenda - part deux

Esta sequência de Diz a Legenda fala sobre o mercado de legendagem no Brasil.

- Observaremos sua estrutura e sua evolução com o tempo, desde o cinema e a TV a cabo até o home video e streaming.

- Veremos o fenômeno do fansubbing e como ele ajudou a moldar mercado e profissionais desde os anos 80 até hoje.

- Testemunharemos erros clássicos, o dia a dia de um tradutor e As 8 Causas de uma Legenda Ruim (sendo só 1 culpa do tradutor). E, claro, falaremos sobre a postura profissional ética em relação aos colegas.

- Arregaçaremos as mangas com valores praticados, rendimento de trabalho, orçamento, primeiros passos e leituras recomendadas.

  • LUIZ FERNANDO ALVES

Que diabos é Tradução para Dublagem? O começo de tudo.

A Tradução para Dublagem tem ganhado espaço com o aumento da demanda de produtos dublados no Brasil. Mas nem todos os tradutores estão preparados para executar essa arte tão linda (sim, é uma arte!). Como começar? Onde se especializar? Com quem falar? Conheça os caminhos para trabalhar de casa com filmes e séries com as maiores profissionais da area e aprenda como a própria história delas pode ser inspiração para você seguir os seus sonhos. 

  • MABEL CEZAR
  • Rayani Immediato

The real usefulness of glossaries

Glossaries are an integral part of life for seriously dedicated interpreters. One of the least recognized used for glossaries is that of being a subsidy for comprehension. A well-researched glossary can help decrease the cognitive load imposed on the interpreter by pre-loading the interpreter\'s mind with ideas and concepts that the lecturer may use. This presentation will discuss how much this \'hidden\' usefulness can help the interpreter\'s performance and how to unleash its full potential.

  • MARCELO GLENADEL LEAL

Translation and AI (Artificial Intelligence)

Pursuing more quality in Machine Translation, more and more companies are using Artificial Intelligence technology applied to MT. In this talk we will show some initiatives in the use of this technology, we will make some comparisons and discuss possible futures of the translations market.

  • MARCELO JOSÉ FASSINA

O DESAFIO DA TRADUÇÃO ENTRE LÍNGUA PORTUGUESA E LIBRAS DIANTE DO FENÔMENO DA SINONÍMIA

A pesquisa está voltada para o fenômeno da sinonímia na tradução entre a Língua portuguesa e a Língua brasileira de sinais (Libras), como foco o trabalho do profissional intérprete de Libras. Objetiva-se analisar a sinonímia na Língua portuguesa e na Libras como também verificar a valorização semântica entre as sentenças traduzidas pelo intérprete de Libras. O aporte teórico é formado por Lyons (1981); Fernandes & Correia (2011); Chomsky (2006) e Saussure (2006), além dos estudos de Quadros (2004) e Rosa (2008). Utilizamos a abordagem quantitativa e qualitativa. Para a coleta dos dados foi montado um glossário com palavras em português, empregadas em sentenças, as quais foram submetidas a traduções por intérpretes do município de Abaetetuba-Pa. A partir das traduções foram feitas as análises apresentada neste trabalho e concluiu-se que a sinonímia, por ser um processo constitutivo da tradução, é essencial para garantir o sentido na língua de chegada. Assim, qualquer perda semântica como verificada nas análises na tradução com o sentido literal e no acréscimo de informação pelo intérprete na tradução para a Libras provocou prejuízos ao processo sinonímico. Consequentemente, o trabalho do intérprete de Libras é muito importante para os surdos e a tradução precisa ser realizadas com ética e responsabilidade. Precisa ser um recurso para atender à compreensão do surdo de uma língua que ele não ouve.

Palavras-Chave: Intérprete. Tradução. Sinonímia. Língua Portuguesa. Libras.

 

  • MARCIA CARVALHO

Metodologia Empregada – GTD – A Arte de Fazer Acontecer

GTD™ é a abreviação da marca “Getting Things Done™” (“A Arte de Fazer Acontecer”). Um sistema de gestão inovador para a vida pessoal e profissional, criado pelo renomado consultor americano David Allen, que fornece soluções concretas para transformar o “corre-corre” diário e as incertezas em um sistema integrado de produção sem estresse.O GTD™ permite maior desempenho, capacidade de realização e inovação. Alivia a sensação de sobrecarga, gerando foco, clareza e confiança.

  • MARCIO GRAF WELTER

SOLUÇÕES DIGITAIS DE APOIO PARA A CONSECUTÂNEA

Uma das grandes dificuldades de muitos intérpretes, inclusive os mais experientes, é a famigerada “tomada de notas” durante a interpretação consecutiva. Uma boa parte dos intérpretes \"treme na base\" ao descobrir que aquele evento de última hora será realizado em modo consecutivo!!! Contudo, agora que a oportunidade de fazer uma interpretação consecutiva se apresenta, o que fazer? Cancelar o evento ou encarar a situação, sabendo a dificuldade imposta por esta modalidade e correr o risco de não ter um desempenho tão bom? Enquanto intérpretes, podemos nos dar ao luxo de arriscar tanto assim?

 

Na verdade, existem algumas alternativas. O avanço da tecnologia nos apresenta uma série de opções para que não seja mais necessário tomar notas durante eventos de consecutiva. Nesta apresentação, o palestrante abordará uma série de soluções que podem ser utilizadas como um “buffer” para que o intérprete possa desenvolver ainda mais sua tomada de notas EM SITUAÇÕES REAIS DE TRABALHO (ou seja, sem perder qualquer fonte de renda). O palestrante também demonstrará algumas destas soluções ‘ao vivo’ para ilustrar os pontos fortes e fracos de cada alternativa e a quais detalhes os usuários das soluções devem se atentar antes de optarem por uma ou outra solução e enquanto praticam a tomada de notas assistida por estas alternativas.

  • MARCO GONÇALVES

Inserción laboral profesional del traductor e intérprete. El rol de las asociaciones profesionales.

Las afiliaciones y acreditaciones profesionales sirven para llenar otra línea en el currículum. Y el trabajo voluntario en colaboración con comisiones y comités es otro valor agregado reconocido por el mercado. Para aquellos que se preguntan cómo una afiliación profesional puede traducirse en beneficios tangibles, en esta sesión se presentan algunas pistas para que cada uno saque sus conclusiones.

·       ¿Cómo puede el traductor e intérprete independiente encontrar el justo medio entre coraje y cautela al aceptar propuestas de trabajo de los clientes?

·       ¿Cómo pueden los recién graduados obtener la seguridad y las acreditaciones que necesitan para cumplir su función con eficiencia, responsabilidad y profesionalismo?

·       ¿Cuál es la diferencia entre afiliación, acreditación y certificación profesional?

·       ¿Qué papel desempeñan las asociaciones profesionales para guiar a jóvenes traductores e intérpretes que desean ampliar sus áreas de especialidad y necesitan un foro de intercambio con intérpretes más experimentados?

·       ¿Cómo se puede reconciliar ética y práctica en el ejercicio diario de la profesión?

Estas y otras preguntas se abordarán durante la presentación, en la que se comentarán acciones concretas para elevar el nivel profesional, mejorar la visibilidad de la profesión, compartir conocimientos y mejores prácticas, y analizar qué están haciendo las asociaciones para dar el asesoramiento que sus socios y usuarios necesitan.

  • MARIA DEL CARMEN PROPATO

Amara: A Subtitling Tool and Collaborative Model for Translation

The idea is to introduce the participants to the subtitling world through Amara, a collaborative model of subtitling.The presentation will provide a discussion on why a collaborative model of translation is a powerful way to reach out to a wider audience, allowing more people to participate in the creation of subtitles; and enabling translators around the globe to work together.

In addition, we will provide a demo of the Amara Editor, our multi-award winning subtitling tool; and provide insights as to how linguists can join the Amara subtitling community by either joining our volunteer opportunities (like with TED Talks, Scientific American, and so many others); or our Amara On Demand professional subtitling team.

The presenters are all Amara linguists, and managers of the Amara On Demand team. They may also be joined by PCF’s Executive Director, Dean Jansen. The presentation is meant to be informative, fun, and interactive. We want to encourage a participatory audience -- both individuals and organizations, who are curious about this growing area of translation.

We hope you will choose Amara to present. We are excited to share our knowledge, experience, and passion for video subtitling.

Amara is part of PARTICIPATORY CULTURE FOUNDATION (PCF), which is a nonprofit working to build a more open and collaborative world. Amara.org, our flagship project, is essentially the Wikipedia for subtitling and translating video. It was founded on the idea that the internet should be inclusive, accessible, and democratic; we built the platform to support this vision. We work with individuals and organizations (including GitHub, Khan Academy, and hundreds of others) to remove barriers to communication and make the web a more inclusive place. Although it began with volunteer and community-driven subtitling, Amara now provides economic opportunity for nearly 3,000 linguists, most of whom are women, from around the world. We hope it will continue to produce opportunities for many more.

As a nonprofit, our goals and mission haven\'t changed a whole lot, even as we tread deeper into the digital economy. What has changed is our perspective on what a flexible, decentralized, and humanized workplace can accomplish. Cooperation and teamwork can enable people to reach new heights, both as individuals and as groups; this is no different in the digital economy.

Our intention is to scale Amara as a nonprofit business that builds wealth, encourages

participation, and fosters prosperity for all. If we accomplish these goals, we do hope Amara will serve as a model for other organizations.

 

 

  • MARÍLIA DE ARAÚJO CORREIA
  • Dean Jansen
  • Alice Dantas
  • Thais Barros

Get More Clients: Growing Your Freelance Translation Business Through Referral Selling

People like doing business with people they’re familiar with, instead of strangers. Referrals are one of the most powerful sales tools for freelance translators. In this session, you’ll learn how to get more business by leveraging your network. You’ll get tested word-for-word referral scripts to get past clients and colleagues to vouch for you so you can get new clients faster. You’ll also learn how to optimize your referral system to bring in new clients, even when you’re not asking for them.

  • MARYAM ABDI

Os entretempos da tradução: do texto antigo ao contemporâneo

Uma das dicotomias clássicas e mais persistentes dos Estudos da Tradução tem como pressuposto a necessidade de escolha entre uma abordagem arcaizante ou modernizadora.

Como todo ato de interpretação, a tradução se dá sempre no tempo do leitor-tradutor e, nesse sentido, será sempre uma atualização do texto de partida, independentemente das escolhas implicadas no ato tradutório.

Partindo de comentários sobre traduções de Boccaccio, Maquiavel, Leopardi, Pirandello e Elena Ferrante, pretendo repensar aquela dicotomia tradicional situando a prática da tradução entre o tempo do texto-fonte e o tempo do tradutor.

  • MAURÍCIO SANTANA DIAS

WAY BEYOND WORDS: UM WORKSHOP DE TRADUÇÃO AVANÇADA DO PORTUGUÊS PARA O INGLÊS

O tradutor que se sobressai na profissão é aquele que se expressa além das palavras. Enxerga não somente a palavra mas a frase, o parágrafo, o conceito, o conteúdo e o texto inteiro como elementos de igual importância na hora de verter o material. No entanto, atarefados com prazos, cegos pelas forçadas unidades de tradução nas ferramentas CAT, influenciados pelo viés do documento original, e estancados na busca de fontes inovadoras para melhorar, nossa tradução para o inglês muitas vezes fica aquém do desejado. Este workshop intensivo (com material didático) aponta, analisa, e oferece possíveis soluções e testadas ferramentas para superar as maiores ciladas na tradução do português para o inglês.

  • MELISSA MANN

Quick Wins for English-B Interpreters

Pure and simple, 50 minutes packed with quick wins from a native speaker and fellow interpreter. #KillingIt

  • MELISSA MANN

Registros y dialectos: (im)posibilidades de traducción

La traducción de la variación lingüística es un aspecto controvertido en los estudios de traducción. Por un lado, hay quien defienda la viabilidad de la traducción mediante rasgos lingüísticos que puedan ser considerados equivalentes en la lengua de llegada y que puedan reflejar la información lingüística y sociocultural que la variación trae en el texto original. Por otro lado, hay quien abogue a favor de la supresión de los rasgos marcados, a pesar de la consecuente pérdida de información. En esta charla, presentaremos las posiciones de algunos traductólogos sobre esta cuestión y mostraremos algunos ejemplos de lo que los traductores literarios hacen en la práctica, con el objetivo de discutir el éxito de las elecciones.

  • MERITXELL ALMARZA BOSCH

Cómo es la traducción de la literatura infantil y juvenil en español: un análisis de dos libros O abraço (Lygia Bojunga) y O meu pé de laranja lima (José Mauro de Vasconcelos)

En mi presentación me gustaría analizar un pequeño corpus de dos libros, O abraço de Lygia Bojunga Nunes e O meu pé de laranja lima de José Mauro de Vasconcelos, para realizar una crítica de la traducción realizada del portugués al español. Mi propuesta va orientada a señalar la forma en que es el español en que están traducidas estas obras, pero también levantando algunas cuestiones sobre los temas que tratan estos libros, es decir, si estos son suavizados o si se hacen alteraciones que sean significativas para la historia de las narraciones. Uno de los ejes de mi presentación va dirigido a analizar si existe una “infantilización” del idioma original en que están escritos los libros o no.

  • MIRIAM ANDREA MATÍAS MARTÍNEZ

O PREPARO PARA A APOSENTADORIA NA NOVA ERA DO TRABALHO AUTÔNOMO

Em tempos de rápidos avanços tecnológicos e mudanças sociais, a crescente presença de trabalhadores autônomos não somente representa uma mudança na forma como as pessoas trabalham, mas também implica em mudanças na maneira como as pessoas poupam, investem e planejam para a aposentadoria.

Que soluções podem ser apresentadas que sejam capazes de evoluir com as necessidades e circunstâncias financeiras de um trabalhador autônomo, ao mesmo tempo em que ofereçam flexibilidade e segurança, a assim chamada \"flexigurança\"? Um novo modelo baseado na \"flexigurança\" poderia ajudar os sistemas de aposentadoria a se tornarem mais inclusivos e sustentáveis socialmente, ajudando esse setor altamente dinâmico de trabalhadores a se preparar melhor para a aposentadoria.

  • NILTON MOLINA

DESVENDANDO A CAIXA-PRETA DO SOTAQUE ESTRANGEIRO

De onde vem o sotaque estrangeiro? É possível perdê-lo completamente? Como o sotaque pode interferir no trabalho do intérprete? Qual é seu efeito sobre os ouvintes? Haveria alguma maneira de se preparar para compreender melhor um palestrante com um fortíssimo sotaque estrangeiro? O que a linguística e as neurociências teriam a nos dizer? Vamos (tentar) encontrar juntos as respostas a essas e outras perguntas sobre esse tema tão intrigante.

  • OLAVO PANSERI

O CÉREBRO QUE TRADUZ VS O CÉREBRO QUE INTERPRETA: O QUE A NEUROLINGUÍSTICA TERIA A NOS DIZER SOBRE ESSE EMBATE?

O que é mais fácil: um tradutor virar intérprete ou um intérprete virar tradutor? Como se explicaria o medo que alguns tradutores têm de falar a língua estrangeira que é a sua língua de trabalho, com a qual lida diariamente anos a fio? Por que alguns intérpretes acham um tormento fazer a tradução escrita de uma única linha? O cérebro do tradutor e o cérebro do intérprete funcionam de modo diferente? Quais habilidades cognitivas estão por trás da tradução e da interpretação? Está lançado o convite para refletirmos juntos.

  • OLAVO PANSERI

Os bastidores e o mercado de tradução de campanha política português>libras.

Os bastidores e o mercado de tradução de campanha política português>libras.

Bruna Faro

Paloma Bueno Fernandes dos Santos

O objetivo geral deste trabalho, é apresentar os bastidores da tradução de uma campanha política no par português>libras no interior de São Paulo, relatar alguns aspectos sobre o mercado e condições de trabalho dos tradutores atuantes nesse contexto.

O objetivo específico, é apresentar uma pesquisa com os tradutores de uma região do interior de São Paulo, evidenciando alguns aspectos do mercado e condições de trabalho: estrutura do estúdio, recebimento de material com antecedência para estudo de terminologias, conhecimento da equipe operacional, apoio e acompanhamento da produção ou direção da Campanha, preparação, gravação e pós-gravação; revisão do material em ilha de edição, sempre que possível com a presença do intérprete ou da produção, que acompanhou a gravação; e por fim, o feedback do trabalho final.  Não só o retorno da equipe que contratou o intérprete, mas também o caminho inverso, onde o intérprete pode comentar sobre o resultado do trabalho final, como por exemplo, adequação do tamanho da janela e a sincronia de sua imagem com a fala do personagem.

Em termos de negociação, muitos relatam não ter tido abertura para negociação de acordo com tabela de referência, o valor proposto foi um “cachê fechado” pela campanha.

No caso de uma campanha política, o fluxo de vídeos e informações é muito alto e instável, para que não houvesse risco de desencontro de agendas entre o intérprete de libras e a produtora responsável pela campanha, decidiu-se contratar dois intérpretes para toda a campanha. Foi de responsabilidade de ambos intérpretes, chegar para a gravação sempre com a vestimenta adequada, sem maquiagem, e no caso de mulheres, preferencialmente com o cabelo preso.

Em termos de qualidade, a produção se preocupou em realizar uma tradução a cada mudança de roteiro, com o objetivo de evitar erros de corte na edição, para assim, garantir a mensagem na íntegra, sem prejuízo de informação.

No processo da gravação das traduções, houve preocupação com o tempo limite para a tradução para a janela de acordo com o tempo limite do texto, qualidade da imagem. A produtora não utilizou de recursos como a aceleração do vídeo do intérprete para se ajustar ao tempo limite do texto, por isso, foi priorizado que tal sincronia acontecesse de forma natural e perfeita no momento da gravação.

 

Para o audiovisual, é imprescindível que o intérprete de libras grave a tradução sempre em um único take, ou seja, que interprete o áudio sempre de maneira corrida, sem pausas. Isso facilita o trabalho do editor, otimiza o tempo e minimiza erros no projeto final.

 

  • PALOMA BUENO FERNANDES DOS SANTOS

Os desafios da tradução para dublagem

O aumento da demanda por produções dubladas no Brasil nas últimas décadas aqueceu o mercado de tradução audiovisual e ampliou a busca por tradutores capacitados para atuarem na área. Visando uma maior conscientização para os possíveis aspirantes a tradutores para dublagem em relação ao que podem encontrar dentro dessa modalidade tradutória, a presente palestra visa expor de forma didática e simples os principais desafios enfrentados pelos tradutores desse ramo na execução de seu ofício, principalmente através de exemplos, vivências e experiências do palestrante.

Em um primeiro momento, após uma breve apresentação pessoal, serão abordados os três objetivos da vigente palestra: i) explorar a figura do profissional que atua no segmento da tradução para dublagem, ii) mostrar os desafios inerentes a execução de uma boa tradução para dublagem e os desafios relativos à rotina prática do profissional da área e iii) apresentar alguns dos principais impasses com os quais esses profissionais podem se deparar no momento da tradução de uma produção audiovisual.

 

Para alcançar o objetivo i, serão ditas as missões do tradutor para dublagem enquanto profissional, a partir de uma breve apresentação a respeito da prática e de suas principais ferramentas de trabalho, e será estabelecida uma discussão sobre o papel da subjetividade no ato tradutório. Em seguida, para alcançar o objetivo ii, serão apresentadas, com base na experiência do palestrante, os desafios inerentes a execução de uma tradução para dublagem e os relativos ao dia a dia de um profissional da área. Por fim, para atingir o objetivo iii, serão abordados os impasses mais comuns, os “pepinos” tradutórios que representam uma maior dificuldade para o tradutor/adaptador para dublagem, como censura, trocadilhos sonoros e adaptação de piadas.

  • PAULO FERNANDO CAMPOS NORIEGA

LIBRAS: prerrogativas legales de uso y difusión.

Promulgada la Ley n° 10.436/2002 reglamentada por el Decreto Nº 5.626/2005, se reconoció la legitimidad de la Lengua Brasileña de Señales - Libras. A los efectos de este decreto, se considera una persona sorda aquella que entiende e interactúa con el mundo a través de las experiencias visuales, expresando su cultura principalmente a través del uso de Libras. Buscando promover la accesibilidad de las personas sordas, la ley establece que al menos el 5% (cinco por ciento) entre los servidores, funcionarios y empleados de las empresas concesionarias de servicios públicos y los órganos de la administración pública deben ser capacitados para el uso e interpretación de Libras. La reciente Ley n ° 13.146/2015, en su texto, añade que la comunicación es la forma de interacción de los ciudadanos y abarca, incluso, Libras. Por lo tanto, la presencia de profesionales capacitados y/o Traductor/Intérprete puede posibilitar una comunicación más eficaz para el acceso adecuado a la información. Este trabajo tiene como objetivo investigar y presentar como ha sido la oferta de los servicios de traducción/interpretación Libras-Lengua Portuguesa por parte del Poder Público; abordando entre los aspectos teóricos y prácticos la realidad que viven los sordos, cuando hay - o no, la dispensa de atención en Lengua Brasileña de Señales.

*Libras. Traducción/Interpretación. Accesibilidad. 

 

  • RAFAEL CARLOS LIMA DA SILVA
  • Thais Magalhaes Abreu

A basic translation session in memoQ, Wordfast Classic e Wordfast Pro 4: differences and similarities

In this lecture attendees will have the opportunity to see a basic translation session carried out in memoQ, Wordfast Classic and Wordfast Pro 4 and compare the three programs in terms of initial settings, how to start a translation, and how to use features like translation memories, glossaries, concordance searches, statistics, and others. The main purpose is to help those choosing his/her first CAT tool understand the differences and similarities and find out which one better fits one’s own needs and preferences. It may also help those willing to migrate from one tool to another find the features that correspond to the ones they are used to.

  • REGINALDO FRANCISCO

The translation of Jane Austen\'s Letters into Brazilian Portuguese.

The objetive of this lecture is to present to the audience a debate about the translation of a text genre that has been increasingly gaining importance in the literary scenario worldwide: letters. The epistolary genre, with its peculiar and challenging features, require  extensive knowledge about the letters and their author, their contents and the genre itself., demanding research and sagacity from the translator. This lecture aims at sharing a translation experience, as well as at building a theoretical framework in order to help translators overcome the difficulties imposed by the epistolary genre. 

  • RENATA CRISTINA COLASANTE

Interpreting and Drama: The Show Must Go On

(Desculpem-me, não terei tempo de fazer a versão para o inglês. Se a proposta for aceita, providenciarei a versão depois, OK?)

  • RENATA HETMANEK DOS SANTOS

A cibernética da tradução e suas implicações para seus estudos acadêmicos.

 A palavra “cibernética” nos remete imediatamente ao mundo dos componentes eletrônicos e dos computadores. Contudo, muito mais do que isso, a Cibernética é uma ciência voltada para a forma como sistemas, dos mecânicos aos biológicos, se autorregulam por uma troca de feedbacks entre seus componentes que acaba alterando não apenas os sistemas comunicantes, mas o ambiente em que estão inseridos.

Ao adotar essa óptica, estudos acadêmicos da tradução podem revelar amplas possibilidades de investigação no âmbito da prática da tradução, com um possível e bem-vindo “efeito colateral” de despertar o interesse pela pesquisa acadêmica entre tradutores profissionais com formação de praticantes, normalmente avessos ao ambiente teórico daqueles estudos.

  • RICARDO SOUZA

Sobre teoria e prática: o mundo acadêmico, o mercado de tradução e as línguas de sinais

As interações entre a Academia e o Mercado, a Formação e a Prática. 

  • RICARDO SOUZA
  • Roberto Carlos de Assis
  • Vinícius Nascimento
  • William Cassemiro

Radinho? Fone? Receptor? Transmissão para smartphones? Qual a melhor termi/tecno-logia?

Muitos intérpretes optam pela profissão precisamente para fugir dos números e da tecnologia. Entretanto, o acúmulo de 22 anos de atuação na área de eventos, 19 como intérprete e 7 anos no comando da Comunica me dão a certeza da importância de conhecermos ao menos um pouco sobre a tecnologia que é nossa aliada na cabine. Do contrário, ela pode virar nossa inimiga.

Nesta palestra compartilho informações que você sempre quis (ou deveria querer) ter sobre o equipamento de tradução e muito mais. Afinal que tecnologias existem? Quais são as vantagens e desvantagens de cada uma e quando devemos optar por uma ou outra? Como funciona esse novo sistema de trasmissão direta para o smartphone do ouvinte? Até que ponto a tecnologia utilizada interfere no trabalho do intérprete?

  • RICHARD LAVER

Formação acadêmica do tradutor no Brasil: desenvolvimentos e vantagens

A tradução é mais uma daquelas atividades para as quais não é necessário apresentar diploma universitário para ingressar no mercado de trabalho. Frequentemente, entra-se na profissão com crenças como a de que basta saber uma língua estrangeira ou ter morado fora e que, com o apoio da Internet, é possível traduzir. A crença não é de todo falsa. É possível traduzir e até tornar-se um profissional, mas a que custo? Com qual qualidade? Com quais consequências para o cliente, para o mercado e para si próprio? Nesta apresentação ofereceremos um panorama da formação de tradutores no Brasil focalizando i) o desenvolvimento do campo disciplinar dos Estudos da Tradução; ii) as vantagens de ter uma formação acadêmica como bacharel, mestre ou doutor em Tradução;  e iii) as universidades públicas onde os cursos estão disponíveis. Para além dos comentários sobre a Tradução, os Estudos da Tradução vêm se consolidando como campo disciplinar a partir da década de 1990, com fortes impactos para a formação do tradutor. Entre as vantagens imediatas que serão abordadas, podemos citar o desenvolvimento de metalinguagem para dialogar com os pares e para argumentar com clientes; o aumento da confiança sobre escolhas tradutórias; a capacidade de justificar suas escolhas para além do “porque soa melhor”; a valorização da profissão, etc.. Na graduação ou na pós-graduação, os cursos são oferecidos, nas universidades públicas, de norte a sul, vinculados aos cursos de Letras ou, mais recentemente, como cursos autônomos, com concentração na Tradução desde os estágios iniciais.

  • ROBERTO CARLOS DE ASSIS
  • Marta Pragana Dantas
  • Germana Henriques Pereira

GESTÃO FINANCEIRA DO DIA-A-DIA

Como marido de tradutora percebo diariamente as dificuldades que o profissional de tradução tem, ainda mais como freelancer. Isso se dá principalmente com Planejamento, Gestão Financeira e Administração, considerando que em sua formação, eles não são capacitados para esse tipo de gestão, e sim para técnicas/metodologias de tradução.

  • Como trabalhar com remuneração variável?

Exemplos de outras profissões que também possuem a mesma modalidade de remuneração e quais soluções são aplicadas

  • Como equilibrar os custos fixos para evitar possíveis surpresas.

Considerando que não há uma remuneração fixa, como trabalhar os gastos diários e fixos para não ser surpreendido.

•             Quais ferramentas estão disponíveis para esta gestão?

Ferramentas disponíveis no mercado e como construir uma planilha simples no Excel.

 

 

  • RODRIGO LABEGALINI ANUNCIATO

QUALIDADE DE VIDA PARA QUEM TRABALHA EM CASA: UM ENFOQUE HOLÍSTICO

Atividade física: o que fazer e quando começar?
Academia, parque ou casa: qual é a melhor opção?
Sequência de exercícios para fazer em casa utilizando apenas uma cadeira.
Aprendendo a harmonizar as emoções com exercícios respiratórios.
Como manter limpo o corpo físico, o corpo mental e o corpo emocional.
Perguntas!

  • RONALDO FREITTAS

Translation in Brazilian Sing Language by videoconference: possibilities and challenges

Since the law 10098/2000 accessibility has been subject of several discurssions and concerns increasingly present in our society. Regarding of the deaf person this accessibility happens form a language of visual space modality that was recognized across the law 10436/2002 and is materialized in the image of the translator interpreter of the Brazilian Sign Language (LIBRAS). Most of the work of this professional happens in face-to-face, but nowadays with technological advances in all areas, the relationship of people with this technology and especially of the deaf community that has increasingly been empowered through this use, the question that remains: Does this service necessarily need to be done in person? What are the limits to this kind of work?

 

Nowadays, in SP there are some translation services in Brazilian sign Language by videoconference. The objective of this lecture is to discuss aspects of translation in this kind of service, to present the challenges to the interpreter translator in the translation process in this context, strategies, achievements, choices, experiences at work, deaf subject relationship with the service and advantage to the deaf community.

  • ROSILDA DOS SANTOS

Human Factors towards Translation Studies: results of integrating usability, ergonomics and translation technologies.

 

Industrial application of Ergonomics and Usability assessments has tended to outpace academic activity in Translation Studies area. However, some questions remain unanswered, especially regarding how is the impact of unevaluated tools to the translation\'s users, or what we can tell about their user experience. Due to the confidentiality of translation industry and the competitiveness of the sector, only those involved are aware of the achievements and advances. The goal of this study is to bridge this gap between translation technologies, ergonomics, and usability, by presenting some methodology used in the area and how is the relationship between users and this kind of software. With this motivation in mind, the results of two recent studies, that is to say, web CAT tools and corpus-based software analysis are examined to provide examples of how applying some existing methods (as Heuristics, Ergonomics Checklist assessment) within Usability area. Furthermore, the results of a survey are presented to highlight information about the user perspective (Translation Studies area researcher, translator, or student), addressing usability and ergonomics features. The intention is to show relevant information about the users, considering how they think and then propose ways to achieve a better user experience. Both studies indicated that those involved in Translation Studies area tend to consider usability and ergonomics as a secondary concern. Is it possible to rethink about applying ergonomics and usability techniques, while including the user experience in the process? Further research is required, but there is evidence to support that the use of ergonomics and usability methodologies in computer-aided translation process can enhance the interaction of users with this particular kind of software.

  • ROSSANA DA CUNHA SILVA

Beyond words: The cultural dimension in games localization

Games localization is a multibillion dollar industry and, with at least 50% of the revenue coming from localized versions, it is not surprising that many game developers wish to tap into the huge potential of foreign markets. However, achieving good quality localization still poses numerous challenges. In a fragmented and fast-moving industry, localizers need to be able to adapt quickly to changes in the environment and obtain new skills and knowledge. Also, technology evolves quickly, bringing in more sophisticated tools. And there are numerous pressures coming from the development companies, who expect the highest of quality in the tightest of deadlines, and customers, who demand more from their user experiences.  

Adapting the product to the local market and bridging the gap in between cultures has never been so important in games localization. As we all know, different cultures perceive things in different ways so, if a product is to be successful, it’s important to make sure that it adapts to its intended locale, respects cultural preferences and sensibilities and provides the kind of user experience that the players expect in that market.

This paper will provide an introduction to the field of games localization and will describe the current state of the industry, touching upon some of the skills necessary to be able to localize games successfully and some of the main challenges that localizers face in this very particular field.

It will also explain the importance of cultural issues and why it is crucial to be aware of them in order to achieve the desired success across different markets. It also aims to show how, in order for a localizer to be truly professional, it’s important to go beyond the role of the translator and become a cultural advisor to their clients, keeping an eye for anything that might be problematic and attempting to provide solutions.

The localizer needs to be extremely familiar with cultural and linguistic conventions to ensure that the localized version achieves the same effect on the audience as its original, from the use of adapted cultural references, to different accents, registers and even assessing the appropriateness of rude language.

 

The presentation will contain plenty of practical examples to provide a clear reference to various issues and how previous games have dealt with them. It aims to be educational but entertaining at the same time, and will adapt to a wide audience, from industry newcomers to seasoned professionals. No previous knowledge of games localization is needed to understand the issues discussed.

  • SILVIA FERRERO

Boas práticas de comunicação

Preservar uma carreira significa tomar alguns cuidados, no que se refere à postura, à atitude e a comportamento. Quando nossa marca está diretamente associada ao nosso nome, esse tipo de precaução se torna ainda mais significante. Um e-mail com o tom errado, um erro gramatical grosseiro, um atendimento telefônico pouco acolhedor são exemplos de situações que, quando ocorrem, provocam alguns arranhões na imagem profissional. Ou, no mínimo, demonstram falta de atenção com quem recebe a mensagem. Partindo do princípio de que comunicação é aquilo que o outro entende e não, necessariamente, o que dizemos, é importante investir um pouco de tempo e energia para estruturar os seus (e os da sua marca) pontos de contato com os públicos de relacionamento. Com algumas dicas você conseguirá se planejar e implementar boas práticas de comunicação.

  • THAYS ALDRIGHE

English revision in Brazil: panorama and prospects

Top-quality translations not only need to demonstrate content knwoledge, but also mastery of appropriate and natural linguistic structures in the target language. Translations into the B or non-native language represent a special challenge for translators (in this case, translators working from Portuguese into English), and third-party revision can be a good strategy for attaining better quality and winning over new clients. This session describes the process and the advantages of professional revision for translators who wish to improve the quality of their translations, and presents the results of a 2016 survey on English revision which was conducted among revisors, clients, and translators. This survey was inspired by the 2015 IAPTI survey on non-native translation, and gathered information on who is revising English in Brazil (either translated texts or texts written in English by non-native direct clients), why clients use (or don\'t use) revisors. and why translators prefer or avoid doing revision work. With the findings of this survey, I suggest strategies that can help both new revisors entering the market as well as established professionals wanting to increase the visibility of this field in Brazil. I also describe the first stages of creating a professional community for support and professional development, which will yield benefits for revisors, translators, and our clients.

  • TRACY SMITH MIYAKE

Técnicas e soluções para você enfrentar as armadilhas de cabine

Conheça técnicas e soluções práticas para desarmar as mais frequentes armadilhas da interpretação de conferência. Saiba o que pode ser omitido ou resumido na sua produção oral e como fazê-lo, conheça soluções úteis para interpretar palavras e expressões de difícil tradução, descubra maneiras de traduzir listas de nomes e números sem susto, aprenda a lidar com sequências longas de adjetivos, entre várias outras saídas para você saber como enfrentar as dificuldades mais comuns. Serão abordados os problemas relacionados não só à atuação dos intérpretes em cabine, mas também alguns dos cuidados necessários que devem ser tomados quanto aos equipamentos, à logística do evento, ao cliente final, aos organizadores etc. Todo o material apresentado será acompanhado de exemplos reais extraídos da própria carreira do orador ou de palestras públicas gravadas em vídeo.

  • ULISSES WEHBY DE CARVALHO

You Can Make More Money While Translating

 Raising rates is not the only tool a translator has to make more money. Small tweaks can have a great impact on one\'s productivity – and on their income. 

  • VAL IVONICA

INTERPRETATION OF CONFERENCES: CONVERGENCES AND DIFFERENCES IN THE PERFORMANCE OF INTERPRETERS OF SIGN LANGUAGES AND ORAL LANGUAGES IN THE CABIN

Interlanguage interpretation can be defined as a discursive practice of enunciative dimension that promotes communication between speakers of different communities in situations of face-to-face interaction. There are several contexts in which the performance of an interpreter is demanded: from the sphere of everyday life, in communitarian contexts, which is marked, among other aspects, by the bi-directionality (mobilization of the two languages) due to the dialogical characteristics of some genres that are there mobilized to the more complex ones such as conferences that, depending on the context, may require the interpreter to act in only one linguistic direction. In this last context, there is a great recurrence and knowledge about the performance of Oral Language Interpreters (OLIs), especially in English, who, for historical and political reasons, play a leading role in the so-called cabins. However, with the advent of social and inclusive policies involving the user population of sign language, the performance of conference interpreters in cabins is no longer an exclusive practice of professionals working with oral languages. With the legal promotion of Brazilian Sign Language (Libras) by Law 10.436 / 02 as a means of communication and expression of deaf communities from different regions of Brazil, with the increase in the training of translators and interpreters of this language in formal and academic contexts and with the recurring increase in speeches in Libras being promoted by deaf and hearing in these contexts, sign language interpreters (SLI) can already share some experiences of acting in cabins at conferences, especially academic ones. In this paper, we present the differences and similarities between the performance of ILSs and ILOs in conferences in the cabins from the performance of ILSs at an academic conference held at the Federal University of Santa Catarina (UFSC). The performance of ILSs in conferences is usually marked by: (i) production of the interpretation by means of the positioning in front of the stage so that the signer can be seen; (Ii) by the performance of a support interpreter very close to that of the shift; (iii) the production of target language speech in a microphone; And (iv) the placement of the interpreted discourse for all the participants of the event, that is, for those who need and for those who do not need the service of interpretation. With the cabin, SLI\'s performance resembles, from the standpoint of reception, the OLIs offering the public the option of choosing or not accompanying the speeches by interpretation. However, the differences between the performance of the two groups are basically due to the access to the discourse produced in source language (LF): while the ILOs access the statements by headphones, the ILSs need to visualize the signs implying, among other aspects , relocation the forms of teamwork (especially the role of the support interpreter). We hope, in this presentation, to promote a conceptual, practical and labor approach between the performance of ILSs and ILOs, showing that in the performance of these two groups there are more similarities than differences.

  • VINICIUS NASCIMENTO
  • Tiago Coimbra Nogueira