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Sugestão de Tânia Penido e Raquel Schaitza

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Depois do Congresso… vamos parar para pensar? Leia o que a nossa Conselheira Tania Penido e a prestigiosa Raquel Schaitza têm a sugerir.

TESTE DE MÚLTIPLA ESCOLHA

Sobre um trabalho de tradução de R$ 1.000,00, você preferiria pagar:

  1. a) R$ 169,80 de tributos?
  2. b) R$ 60,00 de tributos?

Se você respondeu a), talvez não valha a pena continuar lendo. Se respondeu b), por favor, continue.

Atualmente, a maioria dos tradutores está arcando, no mínimo, com a opção a), ou seja, 16,93% de tributos sobre a nota fiscal. Conforme o faturamento anual, a carga tributária pode ser até maior: 17,72%

E quem poderia tentar operar o milagre de pagarmos somente 6% de tributos? O SINTRA, Sindicato dos Tradutores, único órgão com poderes para representar a categoria dos tradutores e intérpretes (T&I) juridicamente. Entretanto, para isso, o SINTRA precisa de apoio em sua campanha para inclusão de T&I no MEI e em uma alíquota tributária menor no Simples.

Ocorre que o SINTRA tem, atualmente, 233 associados, vários deles inadimplentes. Portanto, não é de surpreender que quando finalmente nós, T&I, fomos incluídos no Simples, fomos parar no Anexo VI da LC LC 123/2006, que prevê alíquotas entre 16,93% e 22,45% de tributação, enquanto o forte lobby dos advogados conseguiu inclusão no Anexo IV da LC 123/2006, que começa com a alíquota de 4,5% para faturamento até R$ 180.000,00.

Sim, advogados pagam 4,5% de impostos, enquanto tradutores pagam 16,93%, no mínimo!

Segundo informou a presidente Sylvia Nóbrega no recente congresso da ABRATES, o SINTRA só tem recursos para cobrir custos fixos até outubro de 2015. De novembro de 2015 em diante, nossos representantes estarão de mãos atadas para prosseguir nos esforços de apresentar argumentos e sensibilizar os parlamentares a considerar nossa realocação nos anexos propostos no novo Projeto de Lei que está em tramitação para o Simples.

Portanto, a Diretoria da Abrates gostaria de aproveitar o entusiasmo posterior ao recente congresso para enfatizar a importância do SINTRA na luta por melhores condições de trabalho e remuneração para tradutores e intérpretes, que muitas vezes é subestimada ou ignorada.

O SINTRA está com dificuldades financeiras por falta de associados e, com isso, poderá fechar. Sem recursos financeiros, não há nada que a direção, composta por colegas que trabalham voluntariamente sem remuneração alguma, possa fazer para continuar a lutar por todos os T&I. Se isso acontecer, passaremos a ser representados por um sindicato generalista de prestação de serviços, o que dificultará mais ainda a nossa representatividade e visibilidade.

Vamos fazer uma conta simples. A anuidade do SINTRA custa R$ 330,00. Uma empresa de tradução que fature até R$ 180.000,00 ao ano está pagando R$ 30.474,00 de impostos pela tributação atual do Anexo VI. O SINTRA está lutando por nossa inclusão no Anexo III, com tributação de 6%. Portanto, a mesma empresa com faturamento de R$ 180.000,00 poderia passar a pagar somente R$ 10.800,00 de impostos ao ano.

Em um único ano, a economia é de R$ 19.674,00, suficiente para pagar o SINTRA durante 60 anos!

Porém, um sindicato com apenas 233 associados não vai conseguir nada disso! Associe-se já! Empresas de tradução não podem contribuir para o Sintra, porque o Sintra é um sindicato de trabalhadores e não patronal. Porém, os proprietários de empresas de tradução podem se associar como pessoa física. E podem registrar seus funcionários para fazer a contribuição obrigatória ao Sintra, em vez de contribuir para os sindicatos generalistas de prestação de serviços.

A ABRATES convoca a categoria para se unir aos esforços de salvar o Sintra e lutar por melhores condições de trabalho, remuneração e visibilidade. Juntos somos mais fortes!

16 jun, 15